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Viva

Festival Internacional "Assim Vivemos" será realizado no CCBB

Arquivo Geral

30/01/2014 17h00

Entre os dias 5  a 16 de fevereiro, as atenções do cinema do Centro Cultural Banco do Brasil – Brasília  estarão voltadas para a inserção social das pessoas com deficiência, quando será realizada a 6ª edição do Assim Vivemos – Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência. O festival chega à capital federal depois de passar pelo CCBB do Rio de Janeiro (de 21 de agosto a 1º de setembro) e pelo CCBB de São Paulo (de 2 a 12 de outubro).

Mantendo a tradição que o legitimou como a maior celebração da inclusão cultural do Brasil, o Festival segue com o foco na pessoa com deficiência como protagonista dos filmes e do público da mostra. Quebrar preconceitos e lutar pela inclusão social das pessoas com deficiência por meio da arte são as premissas do festival. Nesta edição, em uma programação inédita, serão exibidos 26 filmes de 17 países, que trazem novas abordagens sobre o tema do autismo e seu amplo espectro, sobre o tema da surdez e os posicionamentos conflitantes entre oralização e sinalização, sobre as moradias assistidas para pessoas com deficiência e as complexidades da institucionalização, entre outros temas. São curtas,  médias e longas-metragens nas categorias ficção e documentário, todos com o tema da inclusão. 

Mas o tema da inclusão não está apenas no enredo dos filmes. Desde a primeira edição, o festival oferece a audiodescrição para pessoas com deficiencia visual, feita por dois atores em todas as sessões, transmitida para fones de ouvidos disponibilizados para o público. Há versões dos catálogos em Braille. Em todos os filmes são inseridas legendas closed caption, sistema que inclui informações extra-diálogos (para o público de pessoas com deficiência auditiva). E nos debates, temos intérpretes de LIBRAS, para que as pessoas surdas também possam participar.

O festival, além de exibir filmes internacionais e nacionais inéditos, tem como objetivo promover uma discussão estética cinematográfica que acrescenta  muito na formação cultural de um público diversificado. “O Festival traz à tona questões fundamentais e urgentes relativas às pessoas com deficiência e forma um mosaico surpreendente e esclarecedor.

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