Exposições permanentes sobre a história da Capital Federal estão em cartaz no Museu Vivo da Memória Candanga, no Núcleo Bandeirante, que também oferece cursos, oficinas e outras atividades gratuitas para todas as faixas etárias.
O museu recebeu mais de 78 mil visitantes no ano passado. Segundo o subsecretário de Patrimônio Cultural da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF, Felipe Ramon, as ações têm como objetivo desenvolver a cidadania na comunidade por meio de qualificação profissional, integração entre os moradores e lazer.
A programação inclui encontros do Grupo de Escoteiros Hokma aos sábados, das 9h às 12h, e o projeto Poéticas da Meia Noite – Fechaduras Abertas, promovido com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC). Os momentos dedicados à poesia ocorrem de segunda a sábado, das 9h às 13h. No próximo final de semana, dias 27 e 28 deste mês, a população também poderá participar do curso de Capacitação de Técnicas de Resgate Autoestima (TRA) – Cuidando do Cuidador, das 8h às 17h.
O Museu Vivo da Memória Candanga ocupa as instalações do primeiro hospital de Brasília e reúne três mostras permanentes: Poeira, Lona e Concreto; A Importância da Mulher na Construção da Nova Capital; e Candangos e Pioneiros — Ernesto Silva e Edson Porto. O espaço também abriga as exposições A Construção de Brasília, com fotos de Jankiel Gonczarowska, de 1956 a 1970, e Cerrado de Pau de Pedro, com obras de Joaquim Paiva.
O museu funciona de segunda a sábado, das 9h às 17h, com entrada gratuita. O endereço é Setor Juscelino Kubitschek, Lote D, Núcleo Bandeirante, e os contatos para inscrições estão disponíveis no Instagram da instituição.
Com informações da Agência Brasília