Ciro Pessoa
Especial para o Jornal de Brasília
“Aceito. Mas terá que ser um livro muito louco!”, respondeu o argentino Julio Cortázar ao escritor e jornalista uruguaio Omar Prego Gadea, selando, com essas palavras, o acordo de conceder um número indeterminado de entrevistas ao amigo. Meses depois, em julho de 1983, começava a série de conversas que só iria ter fim com a morte de Cortázar, dez encontros e um ano depois.
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