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Viva

A comoção por Irmã Dulce

Arquivo Geral

27/11/2014 7h30

“Sempre que puder, fale de amor e com amor para alguém. Faz bem aos ouvidos de quem ouve e à alma de quem fala”. Esta frase não era dita apenas da boca para fora pela  freira baiana Maria Rita de Sousa Brito, a irmã Dulce. Ela  praticava diariamente esse amor em cada segundo de sua vida dedicada aos pobres, aos marginalizados, aos enfermos. 

Em homenagem a ela, o diretor Vicente Amorim adentrou em recortes de sua vida, ações humanitárias realizadas no interior das favelas de Salvador. O resultado é o filme Irmã Dulce, que poderá ser conferido a partir de hoje, nas salas de cinema da cidade.

Dulce é lembrada como o Anjo Bom da Bahia e foi indicada para o Prêmio Nobel da Paz, em 1988. Irmã Dulce foi ainda distinguida pelo Papa João Paulo II, em 2000, com o título de Serva de Deus. 

O filme conta a vida da freira que enfrentou os dogmas da Igreja Católica e a sociedade em nome dos desprovidos. A obra emociona com as tomadas em close  delicadas, que focam  nesse  carinho dela para com os  doentes e pobres da Bahia. 

Sintonia

As atrizes Bianca Comparato e Regina Braga dão vida à irmã na sua fase mais jovem e na maturidade, respectivamente. A sintonia na interpretação é visível e merece aplausos.  Ambas  conseguiram reproduzir a fragilidade, bondade e amor nos trejeitos e no o olhar.  

Em Brasília, para a pré-estreia realizada na última terça-feira, no shopping Iguatemi, o diretor Vicente Amorim fez questão de frisar: “Eu não tinha ideia da complexidade e de tamanho amor de irmã Dulce até começar a adentrar na vida dela de cabeça. Fui para a Bahia, conversei com conhecidos, li suas biografias. Ela tinha uma história de amor  ao próximo. Era e é louvada por todos baianos”, exclama.

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