O Counter-Strike lançou o cenário de jogos competitivos do Brasil em meados dos anos 2000. Mesmo agora, quase duas décadas depois, muitas pessoas ainda acham impossível imaginar fazer um trabalho jogando jogos de computador, a maioria acha que é apenas entretenimento. Como justificar competições realizadas em estádios lotados, a veneração dos jogadores de Free Fire como “verdadeiros esportistas” ou o apoio financeiro de clubes ilustres como Flamengo e Corinthians? Esports, muitas vezes conhecido como esporte eletrônico, não é apenas uma tendência, também pode ser considerado esporte.
Além disso, as empresas começaram a procurar oportunidades se o público há muito aceitasse a causa. Devido à rica convergência de tribos, classes sociais e diversos hobbies como apostas de futebol, muitas empresas já veem o mundo dos esports como o lugar ideal para se comunicar com as gerações mais jovens em casas de apostas, recebendo um generoso bônus apostas para entrar nesse universo online. Além disso, a diversidade de jogos conhecidos de diferentes gêneros contribui para a contínua renovação e interesse do ecossistema. No entanto, existem explicações adicionais para essa realização.
E-Sports, também conhecido como cybersport ou esportes eletrônicos.
Esses são alguns dos nomes pelos quais as competições de jogos eletrônicos são conhecidas mundialmente. Apenas Estados Unidos (22,4 milhões) e China atraem mais pessoas ao Brasil do que os 9,2 milhões de participantes da modalidade (75 milhões).
O número de pessoas assistindo esports no país aumentou constantemente, e mais e mais jogadores estão se tornando profissionais e construindo times nacionais mais fortes para se classificar para a final dos campeonatos.
Então, aqui estão algumas curiosidades divertidas sobre esports que você provavelmente não sabia.
O crescimento do esports no Brasil
O Brasil já é o terceiro em tamanho de público cativo de e-sports, atrás apenas da China e dos Estados Unidos, por isso os profissionais de e-sports de lá já começam a ganhar o reconhecimento que merecem.
Há cerca de 8 milhões de fãs de e-sports no Brasil agora, e esse número vem crescendo rapidamente desde o início da década anterior.
São mais de 9 milhões de entusiastas de e-sports no Brasil além dos quase 8 milhões de cativos, ou mais de 7% da população total do país, que acompanham as competições e partidas de e-sports de forma mais casual. praticar esportes pelo menos uma vez por mês.
No Brasil, a popularidade do esports cresceu a ponto de muitos indivíduos estabelecerem carreiras, desenvolverem empreendimentos e trabalharem em áreas afins. Por exemplo, existe atualmente um ramo de psicologia especializado no Brasil destinado a atender praticantes de e-sports.
Você acha isso incrível? Isso não é tudo que existe. O Senado está analisando a possibilidade de permitir a regulamentação do e-sports brasileiro. Você pode um dia obter sua licença assinada para ele, além de jogar videogames.
Defensores do esport afirmam que a ideia tem grandes chances de gerar empregos e renda no Brasil. Os esportes eletrônicos e os esportes convencionais fornecem aspectos de socialização que aprimoram os laços sociais, além de estimular o aprendizado cognitivo que melhora o raciocínio, a lógica e principalmente as habilidades físicas.
O investimento feito pelos grandes times de futebol, ou os grandes times do mundo offline também estão formando times de e-sports, é outra área de constante crescimento dos esports no Brasil.
Por exemplo, a Santos foi pioneira no setor e, em 2015, fundou a Santos Dexterity em colaboração com a Dexterity, que já participou das competições Rainbow Six: Siege e League of Legends. As Sereias da Vila, time feminino de Counter Strike de Santos, até gostam de destruir coisas.
O Flamengo é outro gigante da indústria de gramados que agora está fazendo investimentos na indústria de esports. Em junho de 2017, o rubro negro anunciou a formação de sua equipe oficial, que incluirá atletas da Coreia do Sul, além do Brasil.
Equipes como Vitória, Atlético Paranaense e Ava também fizeram a transição de campo para os Gamer de e-sports e estão tendo sucesso. Além destes, o Rio Branco do Espírito Santo, o Bragantino, o ABC Futebol Clube do Rio de Janeiro e o Vasco da Gama do Rio de Janeiro participam de e-sports, competindo não só em campeonatos nacionais, mas também em competições de alto nível. Internacional.
É claro que investir na indústria de e-sports nem sempre é simples. Um dos maiores e mais conhecidos clubes do Brasil, o Corinthians, por exemplo, desistiu do projeto e, pelo menos por enquanto, não tem planos de voltar tão cedo ao universo dos esports.
A 16ª competição principal do CS:GO foi realizada no Brasil
O ESL One Rio Major do Counter-Strike: Global Offensive World Championship foi adiado. O evento que aconteceria no Rio de Janeiro em maio foi adiado para o final do ano. O segundo major do ano, que estava previsto para acontecer na nova data, foi adiado, e a premiação do mundial no Rio de Janeiro seria dobrada, de US $2 milhões (cerca de R $10,1 milhões).
Cerca de 7.000 espectadores assistiram à competição de CS:GO no estádio, enquanto 6,3 milhões de pessoas diferentes assistiram em 26 redes de transmissão diferentes. Foram 3,7 milhões de horas visualizadas no total.
Conclusão
As marcas têm muitas oportunidades para investigar o nicho de mercado de videogames. Ninguém percebeu a mudança no ambiente. Você vê que a indústria de jogos ainda é um lugar sem lei quando a examina da perspectiva da monetização. A atração do esports é que os anunciantes não estão mais desanimados com ele e estão se tornando uma febre mundial.