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Retrospectiva 2018. Verdão é campeão pela 10ª vez

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Matheus Garzon
redacao@grupojbr.com

O Campeonato Brasileiro teve um ganhador indiscutível: o Palmeiras. A equipe comandada pelo técnico Luiz Felipe Scolari terminou o torneio sem perder nos últimos 23 jogos, obteve o maior número de vitórias, além de ter o ataque mais positivo e a defesa menos vazada da competição. O 10º título nacional foi sacramentado no triunfo por 1 x 0 sobre o Vasco, em São Januário.
A conquista coroou uma campanha quase irrepreensível a partir da reta final do primeiro turno. Depois de um início titubeante sob o comando de Roger Machado – que deixou a equipe em julho, na sétima posição –, o clube paulista trouxe de volta o velho conhecido Felipão e não perdeu mais.

No domingo seguinte, o time fez a festa ao lado da sua torcida, no Allianz Parque, contra o Vitória, ao vencer por 3 x 2.
Apostar em Scolari agradou a todos no Palmeiras, do torcedor saudosista que ainda o via como campeão da Copa Libertadores de 1999, aos dirigentes que não estavam mais satisfeitos com o rendimento de Roger Machado. Desse ponto de vista, Felipão caiu do céu.

A proximidade e o carinho com o Palmeiras mudaram planos do comandante, que deu meia-volta e rumou novamente para o Brasil a fim de atender o chamado. Relembrar o fracasso da seleção na Copa de 2014 nunca desanimou o treinador. Mas a distância também lhe fazia bem. Como era para trabalhar no Palmeiras, Felipão matou no peito a responsabilidade e se tornou campeão mais uma vez, consagrando-se com a conquista do Brasileirão para a alegria da galera.

Brasília põe fim ao  jejum no NBB

O jejum de vitórias do Brasília no NBB 11 chegou ao fim depois de seis derrotas seguidas. Jogando em casa e apoiado pela barulhenta torcida brasiliense, o time da capital federal bateu o Botafogo por 82 x 64, no penúltimo jogo em casa da equipe em 2018.

A defesa foi um ponto fundamental para o triunfo do Brasília desde os primeiros minutos de jogo. Com a retaguarda em dia, o time da capital federal conseguiu trabalhar o ataque com tranquilidade. Pela primeira vez na temporada, a equipe brasiliense sofreu menos de 25 pontos no primeiro quarto, o que se repetiu nas outras três parciais.

Zach Graham seguiu inspirado e foi o cestinha da partida com 22 pontos. e ajudou os donos da casa a vencerem a partida.

Tubarões levantam a taça

O Tubarões do Cerrado confirmou o favoritismo e foi campeão da Conferência Centro-Oeste na Brasil Futebol Americano (BFA), torneio que reúne a elite da modalidade no País. O time do DF derrotou o Sorriso Hornets (MT), por 13 x 7, no Bezerrão.
Foi o primeiro título na história de uma equipe de futebol americano brasiliense em um torneio nacional e veio em grande estilo. Invicto e com o melhor ataque e defesa.

Com o título da chave, a turma da capital federal se credenciou para enfrentar o João Pessoa Espectros (PB) – dono do troféu na Conferência Nordeste –, na semifinal nacional da BFA, em busca de uma vaga no Brasil Bowl, no Mané Garrincha.
Apesar de ter o apoio da torcida, a equipe brasiliense acabou sucumbindo à maior experiência dos nordestinos e foi eliminada, após perder por 19×0.

Final da Libertadores adiada

Guillermo Barros Schelotto, técnico do Boca Juniors, se pronunciou sobre a decisão do time de se recusar a jogar a final da Libertadores contra o River Plate no Monumental de Núñez. O confronto seria no sábado (24 de novembro), chegou a ser adiado para domingo (25), após, minutos antes do horário previsto para a esperada decisão do torneio, torcedores do River armarem uma emboscada nos arredores do estádio e apedrejarem o ônibus do Boca. Alguns jogadores ficaram feridos, como o volante Pablo Pérez, que sofreu lesões no olho e no braço. “Estávamos em desvantagem no sábado e no domingo. O melhor era não jogar porque não estávamos em igualdade de condições”, argumentou o treinador.

A confusão fez a Conmebol marcar a final para 8 de dezembro, no Santiago Bernabéu, em Madri, desagradando os envolvidos. Lá, o River levou a melhor, ganhou por 3 x 1, na prorrogação, e faturou o título.


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