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Precisando da vitória, Brasília Vôlei encara Curitiba pela Superliga

Matheus Garzon
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O jogo do Brasília Vôlei contra o Curitiba, nesta terça-feira, às 20h, no ginásio Sesi de Taguatinga, é válido pela quarta rodada do returno da Superliga Feminina, mas já possui contornos dramáticos para as jogadoras candangas.

O confronto é crucial para as pretensões brasilienses de avançarem aos playoffs da competição, uma vez que somar três pontos na noite de hoje contra as curitibanas deixa o Brasília a quatro da classificação para o mata-mata. Uma derrota, no entanto, colocaria o time do técnico Inácio Júnior até 10 pontos atrás da oitava colocação. Isso faria com que as candangas precisassem ganhar praticamente todos os sete jogos restantes.

Essa pressão em cima do jogo desta terça, no entanto, é algo que o técnico Inácio Júnior quer evitar. “Pensar nisso atrapalha muito. Estamos mais focados em corrigir nossos próprios erros, independente do adversário”, afirma o treinador da equipe brasiliense.

Uma das esperanças para um resultado positivo contra o Curitiba é a boa atuação na derrota por 3 a 2 contra as atuais campeãs do Praia Clube, na semana passada. O time candango não se intimidou e conseguiu parciais de 25×27, 25×12 , 17×25, 25×23 e 15×10. A central argentina Mimi Sosa, lamentou que o time não foi capaz de sair com a vitória. “Sempre falo que temos que encontrar nossa característica, precisamos jogar juntas e nos doar. O jogo contra o Praia dava para ganhar, mas é isso que queremos: tirar pontos dos grandes e ganhar dos adversários diretos”, comenta a jogadora.

Outro fator a ser considero e a má fase do adversário que, assim como o Brasília, vem de seis derrotas seguidas. “Quem estiver mais focado e cometer menos erros que sairá dessa maré”, afirma o comandante Inácio Júnior.

Para a partida desta terça, a expectativa é que a central Angélica Malinverno e a levantadora Mari Barreto estejam 100% fisicamente. Elas já participaram de algumas jogadas na partida contra o Praia Clube, mas ainda não tinha condições de atuar o jogo inteiro. “É importante estar com o grupo todo. Nosso grupo é reduzido e uma peça que sai já faz muita diferença”, diz a oposta Neneca.

 

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