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Gama: jogadores em greve por atrasos salariais

Mesmo com os sete meses de salários atrasados, o clube é líder do grupo 6 da competição nacional com 25 pontos ganhos

Pedro Marra

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O título do Candangão 2020 e a melhor campanha da Série D do Campeonato Brasileiro, com 92,6% de aproveitamento, não evitaram que os jogadores do Gama entrassem em greve na manhã de ontem. Mesmo com os sete meses de salários atrasados, o clube é líder do grupo 6 da competição nacional com 25 pontos ganhos, com oito vitórias e um empate ao longo das nove rodadas.

A próxima partida está marcada para este sábado às 17h, no estádio Bezerrão, contra o Tupynambás-MG. Mas ainda não se sabe se os jogadores entrarão em campo por conta da greve. A expectativa é de que a diretoria consiga dinheiro o suficiente para quitar, no mínimo, uma parcela das dívidas com os profissionais.

De acordo com o técnico do time, Vilson Tadei, a diretoria do Gama pagou um mês de salário dividido em duas vezes. “Pagaram agosto e setembro. Ou seja, dois meses. É que tem os atrasados [ainda]. Estão correndo atrás, vamos ver o que acontece”, informa.

Procurado pelo JBr, o presidente do Gama, Weber Magalhães, declarou que imaginava que a greve fosse ocorrer por não ter recebido uma quantia de dinheiro originada de um fundo de investimento, localizado em Barcelona, na Espanha. “É normal. Estava esperando isso. O atraso do nosso repasse é de 10 dias a mais. Esse mês, conseguimos pagar uma folha para eles aguardarem a expectativa da chegada. A gente não faz promessa”, afirma o mandatário.

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Segundo Weber, o fundo tem “uma quantia que muda a situação do Gama por bastante tempo. Sairia de uma situação negativa para uma situação positiva. Estava aprovado desde janeiro, mas abrimos nossa conta em março”, diz o mandatário do Alviverde, sem informar maiores detalhes da conta.




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