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Espanha e Argentina projetam novas bases para a Copa de 2030

Ambas as seleções já observam nomes jovens e possíveis lideranças para o Mundial do centenário, que terá sedes em três continentes

Redação Jornal de Brasília

19/07/2026 11h20

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Foto: MAURO PIMENTEL / AFP

Independentemente do resultado da final deste domingo (19), Espanha e Argentina já projetam o ciclo que pode levá-las à Copa do Mundo de 2030, edição que marcará o centenário do torneio e será disputada em sedes na Europa, na África e na América do Sul. As duas seleções estão entre os países anfitriões do Mundial, cuja organização foi anunciada pela Fifa em dezembro de 2024.

No caso espanhol, a base atual é vista como duradoura. Dos 26 convocados para a Copa de 2026, dez ainda não terão 30 anos em 2030. Entre os nomes que podem chegar a um terceiro Mundial estão Gavi, Pedri e Nico Williams. Já Pau Cubarsí e Lamine Yamal, mais jovens e já peças importantes da equipe, terão ainda mais experiência em 2030. A seleção também observa novas opções, como Marc Bernal, chamado para a preparação da equipe e que chegou a atuar em um amistoso contra o Iraque, e Samu Aghehowa, atacante de 22 anos que já foi medalhista de ouro na Olimpíada de Paris e soma números expressivos pelo Porto.

Do lado argentino, a expectativa é de transição gradual da atual geração para novos protagonistas. Jogadores como Rodrigo de Paul, Leandro Paredes e Nicolás Tagliafico terão idade avançada no próximo Mundial, enquanto Lionel Messi já afirmou que esta é sua última Copa. Ao mesmo tempo, Enzo Fernández e Julián Álvarez aparecem como candidatos a liderar a próxima equipe, ao lado de nomes como Lisandro Martínez, Cristian Romero, Lautaro Martínez e Thiago Almada.

A lista de possíveis integrantes do novo ciclo inclui ainda Nico Paz, que terá 25 anos em 2030 e vem de boa temporada pelo Como, e Franco Mastantuono, revelado pelo River Plate e atualmente no Real Madrid. Outro nome citado é Joaquin Panichelli, que ficou fora da convocação após sofrer ruptura dos ligamentos do joelho direito em um treino da seleção, em março. A reportagem também destaca que, até 2030, ainda podem surgir novos talentos capazes de mudar o cenário das duas seleções.

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