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Conmebol divulga áudio do VAR em jogo do Palmeiras e ignora tapa em Veiga

Na ocasião, o jogador do Libertad já tinha cartão amarelo e poderia ter sido expulso caso o árbitro argentino Fernando Rapallini tivesse aplicado uma punição

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Gabriela Chabatura

A Conmebol divulgou nesta quinta-feira (10) os áudios de revisão do VAR (árbitro de vídeo) na partida de dois dias antes entre Libertad (PAR) e Palmeiras, pelo primeiro confronto das quartas de final da Copa Libertadores.

O tapa em Raphael Veiga foi ignorado pela entidade e não é mencionado no conteúdo das análises. O lance em questão, que gerou reclamação dos palmeirenses, aconteceu aos nove minutos da segunda etapa, quando Veiga ficou caído no gramado reclamando de agressão do volante Cáceres.

Na ocasião, o jogador do Libertad já tinha cartão amarelo e poderia ter sido expulso caso o árbitro argentino Fernando Rapallini tivesse aplicado uma punição. Com o jogo em andamento, o lance também não foi checado pelo VAR.

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Outra interpretação controversa dos assistentes de vídeo diz a respeito a um lance que teria originado um pênalti em Rony, no início do jogo. De acordo com o áudio divulgado, Rapallini entende que houve “choque normal”, mas recebe uma ponderação de um dos profissionais do VAR.

“Fernando, o que eu vejo é que o defensor tem os braços abertos, e o atacante [Rony] vai em direção ao braço. Há um contato do braço com a cara dele, naturalmente”, disse, conforme registrado no áudio da cabine.

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A partir deste diálogo, Rapallini decide olhar o vídeo para ter ângulos melhores da jogada e decide: “Já analisei o contato, abre os braços. Mauro, desculpe-me, já está tomada a decisão. Reinicio o jogo e mantenho a minha decisão”.

Na entrevista coletiva após o empate, o auxiliar técnico João Martins, do Palmeiras, criticou a arbitragem e contestou a decisão sobre o que seria pênalti em Rony. O treinador Abel Ferreira estava fora de ação por conta da Covid-19.

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“Nós viemos alertados do tipo de jogo do adversário: muito duelo e muita agressividade. Houve algumas ações que, se fosse para nós, não tinham sido marcadas e, para eles, foi mais fácil. Mas passou. Vamos continuar trabalhando”, disse Martins.

Outra revisão divulgada pela Conmebol diz respeito a um possível toque de mão na bola por Luan, já nos acréscimos da etapa final, o que provocaria um pênalti a favor dos donos da casa.

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Ainda com a bola rolando, o árbitro sinaliza para os assistentes que enxergou o toque nas costas do zagueiro, e o VAR endossa a deliberação dizendo que “não é mão, porque ela está colada ao corpo”.

As informações são da Folhapress

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