O Vasco deixou o campo indignado com a atuação do árbitro Anderson Daronco após perder por 1 a 0 para o Palmeiras, neste domingo (1º), no Nubank Parque, pela partida de ida da semifinal da Copa do Brasil.
O confronto ficou marcado por decisões polêmicas da arbitragem, especialmente um possível pênalti não assinalado a favor do Cruzmaltino e a expulsão do zagueiro Alan Saldivia. Os episódios provocaram reclamações dos jogadores vascaínos e aumentaram a insatisfação com a condução da partida.
A principal polêmica aconteceu logo aos quatro minutos do segundo tempo, quando Lescano recebeu um lançamento dentro da área e disputou a bola com Alexander Barboza. Durante a jogada, a bola atingiu o braço do defensor palmeirense, que estava posicionado atrás do corpo.
Os atletas do Vasco pediram pênalti imediatamente, mas Daronco afirmou ter visto o lance e mandou o jogo seguir, sem assinalar a infração.
A arbitragem voltou a ser alvo de protestos aos 32 minutos da etapa final. Após cometer uma falta em Vitor Roque, Alan Saldivia recebeu o segundo cartão amarelo e acabou expulso, deixando o Vasco com um jogador a menos em um momento decisivo da partida. A advertência foi considerada rigorosa pelos vascaínos, que questionaram o critério adotado por Daronco.
Com a desvantagem numérica, o time carioca precisou reorganizar sua defesa para evitar que o Palmeiras ampliasse o placar. O único gol do confronto havia sido marcado por Maurício, ainda no primeiro tempo.
Apesar da derrota e das reclamações contra a arbitragem, o Vasco continua vivo na disputa por uma vaga na final da Copa do Brasil. A partida de volta será disputada no próximo domingo (8), às 17h, em São Januário, no Rio de Janeiro.
Para avançar diretamente, o Cruzmaltino precisará vencer por dois ou mais gols de diferença. Um triunfo por apenas um gol levará a decisão para os pênaltis, enquanto o Palmeiras se classifica com um empate.
O vencedor enfrentará Atlético-MG ou Grêmio na decisão do torneio, prevista para Brasília.