Menu
Promoções

Zona de risco

Arquivo Geral

27/08/2005 0h00

Cria-se agora uma expectativa interessante em torno das modificações que o SBT fará na sua programação já a partir da próxima semana. Nem bem desembarcou no Brasil, depois de um período de férias na Europa, Silvio Santos se mostrou preocupado com tudo e tomou as providências que julga necessárias para o caso. Adriane Galisteu deixa de apresentar o seu programa diário e passa a entrar uma vez por semana, sempre às quartas-feiras, das 22h30 às 23h30. Ela e sua equipe receberam do nosso herói total liberdade de criar este novo programa, que terá características bem distintas do extinto Charme. Pode ser uma boa. A mudança do Ratinho é que nos parece ocorrer na ordem inversa. O horário das seis para o programa dele, definitivamente, não é legal, mas às 17h pode ser ainda pior. Está longe do ideal para o seu público, o que pode ser facilmente atestado pelas pesquisas que o SBT se acostuma a fazer. Silvio Santos é um homem que sempre acertou no atacado e quando errou foi no varejo. Pode ser que, neste quadro de agora, ele esteja enxergando uma coisa que nenhum de nós consegue ver, mas é preciso considerar que o panorama de momento é bem outro. Tudo tem de ser calculado. A Record deu um visível salto de qualidade e de audiência, que não permite ao SBT, nos dias atuais, fazer da sua grade de programação um laboratório.

    Você também pode gostar

    Zona de risco

    Arquivo Geral

    27/08/2005 0h00

    Cria-se agora uma expectativa interessante em torno das modificações que o SBT fará na sua programação já a partir da próxima semana. Nem bem desembarcou no Brasil, depois de um período de férias na Europa, Silvio Santos se mostrou preocupado com tudo e tomou as providências que julga necessárias para o caso. Adriane Galisteu deixa de apresentar o seu programa diário e passa a entrar uma vez por semana, sempre às quartas-feiras, das 22h30 às 23h30. Ela e sua equipe receberam do nosso herói total liberdade de criar este novo programa, que terá características bem distintas do extinto Charme. Pode ser uma boa. A mudança do Ratinho é que nos parece ocorrer na ordem inversa. O horário das seis para o programa dele, definitivamente, não é legal, mas às 17h pode ser ainda pior. Está longe do ideal para o seu público, o que pode ser facilmente atestado pelas pesquisas que o SBT se acostuma a fazer. Silvio Santos é um homem que sempre acertou no atacado e quando errou foi no varejo. Pode ser que, neste quadro de agora, ele esteja enxergando uma coisa que nenhum de nós consegue ver, mas é preciso considerar que o panorama de momento é bem outro. Tudo tem de ser calculado. A Record deu um visível salto de qualidade e de audiência, que não permite ao SBT, nos dias atuais, fazer da sua grade de programação um laboratório.

      Você também pode gostar

      Zona de risco

      Arquivo Geral

      25/06/2005 0h00

      Foram inúmeros os estragos causados pelo Pânico na semana passada. O programa levado ao ar no último domingo pela Rede TV! acabou deixando fortes indícios sobre a existência de coisas mais graves nos seus bastidores. Nos dias que se seguiram o suspense só foi aumentando com boatos cada vez mais fortes sobre a transferência para o SBT. Sílvio Santos se entusiasmou com o grupo. Falaram até que o contrato já estava certo, mas nada aconteceu. Porém, o nosso herói, à frente da sua rede de tevê, faz lembrar o menino rico e teimoso, que enquanto não vê satisfeitos os seus desejos não sossega. Sílvio Santos é, mais ou menos, isso. Quando ele cisma, não mede esforços e nem dinheiro para atingir seus objetivos. Foi assim com muita gente e poderá ser também com o Pânico. De outra parte, um outro assunto entra em discussão. Este programa é formado por uma equipe bem heterogênea. Alguns com reconhecido talento e, outros, nem tanto. Em nada se compara, por exemplo, ao Casseta e Planeta, onde todos os seus integrantes têm um peso considerável em tudo, escrevendo e participando de vários quadros. O Pânico é o contrário disso. Fica impossível avaliar, por exemplo, o que estarão fazendo todos eles dentro de dois ou três anos. Isto também leva uma boa maioria a entender que este é o tipo de humor com “prazo de validade”.

        Você também pode gostar

        Zona de risco

        Arquivo Geral

        25/06/2005 0h00

        Foram inúmeros os estragos causados pelo Pânico na semana passada. O programa levado ao ar no último domingo pela Rede TV! acabou deixando fortes indícios sobre a existência de coisas mais graves nos seus bastidores. Nos dias que se seguiram o suspense só foi aumentando com boatos cada vez mais fortes sobre a transferência para o SBT. Sílvio Santos se entusiasmou com o grupo. Falaram até que o contrato já estava certo, mas nada aconteceu. Porém, o nosso herói, à frente da sua rede de tevê, faz lembrar o menino rico e teimoso, que enquanto não vê satisfeitos os seus desejos não sossega. Sílvio Santos é, mais ou menos, isso. Quando ele cisma, não mede esforços e nem dinheiro para atingir seus objetivos. Foi assim com muita gente e poderá ser também com o Pânico. De outra parte, um outro assunto entra em discussão. Este programa é formado por uma equipe bem heterogênea. Alguns com reconhecido talento e, outros, nem tanto. Em nada se compara, por exemplo, ao Casseta e Planeta, onde todos os seus integrantes têm um peso considerável em tudo, escrevendo e participando de vários quadros. O Pânico é o contrário disso. Fica impossível avaliar, por exemplo, o que estarão fazendo todos eles dentro de dois ou três anos. Isto também leva uma boa maioria a entender que este é o tipo de humor com “prazo de validade”.

          Você também pode gostar

          Assine nossa newsletter e
          mantenha-se bem informado