Os dados do relatório da Universidade das Nações Unidas (UNU) assinalam que as taxas de mortalidade infantil baixam 50% ou mais quando se proporciona zinco às crianças em situações de alto risco. O estudo propõe incorporar o zinco em alimentos, da mesma forma que nos países em desenvolvimento os produtos alimentícios são fortificados com minerais e vitaminas.
“É muito barato fazê-lo e, assim, por meio da fortificação, é possível chegar à infância, à terceira idade e às mulheres grávidas, que são os grupos de maior risco”, explica Rivera.
O médico Venkatesh Mannar, presidente da Iniciativa Micronutriente da ONU, concorda que a fortificação de alimentos é a solução para o problema da deficiência de vitaminas e minerais, que afeta um terço da população mundial.
“As piores deficiências são as de ferro e vitamina A. A primeira causa anemia, partos difíceis e incapacidade de aprendizagem na infância, enquanto a segunda é responsável pela cegueira infantil e gravidade das diarréias”.