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Zé Renato prepara retorno ao Boca Livre e canta hoje na Caixa

Arquivo Geral

20/08/2005 0h00

Nem ele sabe quantos CDs já gravou ou de quantas parcerias já fez parte. “São mais ou menos dez discos solo e outros dez com o grupo Boca Livre”, sugere. Com quase 30 anos de carreira, composições gravadas por artistas como Milton Nascimento, Nana Caymmi, Lulu Santos e Zizi Possi, e importantes pesquisas sobre o samba, o cantor e compositor Zé Renato apresenta o show Minha Praia, hoje e amanhã, no Teatro da Caixa.

A apresentação é um passeio pela trajetória de Zé Renato. Além de composições próprias, o capixaba de 49 anos apresenta músicas de Lenine, Chico Buarque, Noel Rosa, Paulo César Pinheiro e Capinam. “Conto, também, histórias sobre a minha terra e, para ilustrar, canto canções de artistas conterrâneos, como Nara Leão”, adianta o cantor, que diz ter influências de Ary Barroso, Zé Kéti e Dorival Caymmi. “Eles me influenciaram tanto que acabaram fazendo parte do meu repertório”, afirma.

No show, Zé Renato é acompanhado por Ney Conceição (baixo), Kiko Freitas (bateria), Humberto Mirabelli (guitarra) e Marcos Nimrichter (teclado e arcodeon), que tocam MPB com nuances de jazz.

Afastado do grupo Boca Livre desde 2001, Zé Renato ocupa seu tempo com projetos diversificados. Há menos de uma semana, esteve em Portugal para apresentar o álbum Navegantes, lançado este ano no Brasil, com músicas portuguesas e brasileiras. A idéia partiu de um amigo brasileiro, de raízes lusitanas, que o apresentou a artistas d’além-mar. Outros compromissos são shows em Paris, em que apresentará o álbum Cabô, de 2000, e em Nova York até dezembro. “Estou ansioso pelo show nos Estados Unidos, pois é a primeira vez que me apresento sozinho lá”, confessa.

Até o fim do ano, estar sozinho nos palcos continuará fazendo parte da rotina de Zé Renato. Mas as origens e a saudade dos antigos parceiros falaram mais alto. A partir de janeiro de 2006, ele também vai se apresentar com o grupo Boca Livre, criado em 1979, e responsável pela projeção nacional do músico. Lourenço Baeta, Maurício Maestro, David Tygel e Zé Renato já estão ensaiando e pretendem lançar discos inéditos, além de fazer uma caixa com quatro álbuns, entre eles o sucesso de 1980, Bicicleta. “Estou muito feliz por voltar. No início, estava em dúvida, mas, depois que começamos a ensaiar, eu me empolguei e eles também”, lembra.

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    20/08/2005 0h00

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    A apresentação é um passeio pela trajetória de Zé Renato. Além de composições próprias, o capixaba de 49 anos apresenta músicas de Lenine, Chico Buarque, Noel Rosa, Paulo César Pinheiro e Capinam. “Conto, também, histórias sobre a minha terra e, para ilustrar, canto canções de artistas conterrâneos, como Nara Leão”, adianta o cantor, que diz ter influências de Ary Barroso, Zé Kéti e Dorival Caymmi. “Eles me influenciaram tanto que acabaram fazendo parte do meu repertório”, afirma.

    No show, Zé Renato é acompanhado por Ney Conceição (baixo), Kiko Freitas (bateria), Humberto Mirabelli (guitarra) e Marcos Nimrichter (teclado e arcodeon), que tocam MPB com nuances de jazz.

    Afastado do grupo Boca Livre desde 2001, Zé Renato ocupa seu tempo com projetos diversificados. Há menos de uma semana, esteve em Portugal para apresentar o álbum Navegantes, lançado este ano no Brasil, com músicas portuguesas e brasileiras. A idéia partiu de um amigo brasileiro, de raízes lusitanas, que o apresentou a artistas d’além-mar. Outros compromissos são shows em Paris, em que apresentará o álbum Cabô, de 2000, e em Nova York até dezembro. “Estou ansioso pelo show nos Estados Unidos, pois é a primeira vez que me apresento sozinho lá”, confessa.

    Até o fim do ano, estar sozinho nos palcos continuará fazendo parte da rotina de Zé Renato. Mas as origens e a saudade dos antigos parceiros falaram mais alto. A partir de janeiro de 2006, ele também vai se apresentar com o grupo Boca Livre, criado em 1979, e responsável pela projeção nacional do músico. Lourenço Baeta, Maurício Maestro, David Tygel e Zé Renato já estão ensaiando e pretendem lançar discos inéditos, além de fazer uma caixa com quatro álbuns, entre eles o sucesso de 1980, Bicicleta. “Estou muito feliz por voltar. No início, estava em dúvida, mas, depois que começamos a ensaiar, eu me empolguei e eles também”, lembra.

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