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Wilson Simoninha para exportação

Arquivo Geral

14/06/2004 0h00

Wilson Simoninha guinou de vez sua carreira para o mercado exterior. Além dos constantes shows pela França, Estados Unidos e Japão, o músico produz e grava álbum sob medida para seu público de além-mar. Gravado ao vivo dentro do estúdio, Simoninha reserva uma cota de seu novo trabalho for export, Live Sessions at Trama Studios, para o público nacional.

“Seria um disco para ser lançado só lá fora. Mas aí veio a vontade de colocar no mercado brasileiro também”, diz o compositor filho de Wilson Simonal. Ele apresenta um álbum sem muitas novidades. Regrava suas canções Seja Bem-Vindo (novamente na abertura), Mais um Vira-Lata, Essência (escrita em parceria com Marcelo Yuka) e Rei de Maio, acompanhado da excelente “família” de instrumentistas da Trama.

Simoninha acrescenta uma versão acid-jazz de Caminhos Cruzados, de Tom Jobim e Newton Mendonça, onde dá asas para improvisos instrumentais; e reúne inevitáveis temas dos parceiros de gravadora, Daniel Carlomagno (É Isso que Dá), Cláudio Zoli e Bernardo Vilhena (Flor do Futuro) e Jair Oliveira e o irmão caçula Max de Castro (Happy Hour à Beira-Mar, canção que conta com o piano de César Camargo Mariano).

O álbum é um bom cartão de visita da grande banda que fica por trás das produções do selo de João Marcelo Bôscoli. Nada além disso. Ainda mais, porque trata-se de uma versão de luxo do disco de estréia de Simoninha,Volume 2, com um carimbo bem explícito de “CD tipo exportação”.

Live Session at Trama Studios – Disco de Wilson Simoninha (Trama/2004). Produzido por ele. 13 faixas. Preço médio: R$ 26

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    Wilson Simoninha para exportação

    Arquivo Geral

    14/06/2004 0h00

    Wilson Simoninha guinou de vez sua carreira para o mercado exterior. Além dos constantes shows pela França, Estados Unidos e Japão, o músico produz e grava álbum sob medida para seu público de além-mar. Gravado ao vivo dentro do estúdio, Simoninha reserva uma cota de seu novo trabalho for export, Live Sessions at Trama Studios, para o público nacional.

    “Seria um disco para ser lançado só lá fora. Mas aí veio a vontade de colocar no mercado brasileiro também”, diz o compositor filho de Wilson Simonal. Ele apresenta um álbum sem muitas novidades. Regrava suas canções Seja Bem-Vindo (novamente na abertura), Mais um Vira-Lata, Essência (escrita em parceria com Marcelo Yuka) e Rei de Maio, acompanhado da excelente “família” de instrumentistas da Trama.

    Simoninha acrescenta uma versão acid-jazz de Caminhos Cruzados, de Tom Jobim e Newton Mendonça, onde dá asas para improvisos instrumentais; e reúne inevitáveis temas dos parceiros de gravadora, Daniel Carlomagno (É Isso que Dá), Cláudio Zoli e Bernardo Vilhena (Flor do Futuro) e Jair Oliveira e o irmão caçula Max de Castro (Happy Hour à Beira-Mar, canção que conta com o piano de César Camargo Mariano).

    O álbum é um bom cartão de visita da grande banda que fica por trás das produções do selo de João Marcelo Bôscoli. Nada além disso. Ainda mais, porque trata-se de uma versão de luxo do disco de estréia de Simoninha,Volume 2, com um carimbo bem explícito de “CD tipo exportação”.

    Live Session at Trama Studios – Disco de Wilson Simoninha (Trama/2004). Produzido por ele. 13 faixas. Preço médio: R$ 26

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