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Vovó dedicada, mas sem tempo

Arquivo Geral

25/12/2004 0h00

Esqueçam a vovó tradicional que faz doces, conta histórias e sai para passear com os netinhos. Em pleno século 21, as avós, como a atriz Fernanda Montenegro, estão na ativa e precisam driblar o tempo – cada vez mais curto – para curtir as delícias de ser “mãe duas vezes”. E, aos 74 anos, essa é uma das maiores preocupações da diva do cinema, do teatro e da TV brasileiros: ser uma avó mais presente.

“Tenho paixão por meus netos e sempre que posso estou com eles, mas tenho pouco tempo livre, porque ainda trabalho muito. Queria ser uma avó mais presente”, revela a premiada atriz que marcou o cinema com extraordinárias atuações em filmes como A Falecida (1964), Eles não Usam Black Tie (1980) e Central do Brasil (1998).

Fernanda, avó de Joaquim, de 4 anos (filho de Fernanda Torres), e Davi, de 3 (filho de Cláudio Torres), sempre que pode leva os dois para comer milho e tomar água de coco na praia. Mas, na verdade, ela gostaria de ser como sua própria avó, que contava belas histórias olhando fundo nos seus olhos.

“Tive uma avó maravilhosa e queria ser assim com meus netos. Mas acho que, um dia, eles entenderão minha ausência. Afinal, estão numa família de artistas”, diz Fernanda, que em janeiro volta à TV em Hoje é dia de Maria, microssérie em que viverá uma madrasta malvada.

O exemplo de maternidade, que ajudou no crescimento de uma outra grande atriz, a filha Fernanda Torres, agora se estende a uma fase da vida da atriz, onde comprova, a cada dia, sua grande humanidade.

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    25/12/2004 0h00

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    “Tenho paixão por meus netos e sempre que posso estou com eles, mas tenho pouco tempo livre, porque ainda trabalho muito. Queria ser uma avó mais presente”, revela a premiada atriz que marcou o cinema com extraordinárias atuações em filmes como A Falecida (1964), Eles não Usam Black Tie (1980) e Central do Brasil (1998).

    Fernanda, avó de Joaquim, de 4 anos (filho de Fernanda Torres), e Davi, de 3 (filho de Cláudio Torres), sempre que pode leva os dois para comer milho e tomar água de coco na praia. Mas, na verdade, ela gostaria de ser como sua própria avó, que contava belas histórias olhando fundo nos seus olhos.

    “Tive uma avó maravilhosa e queria ser assim com meus netos. Mas acho que, um dia, eles entenderão minha ausência. Afinal, estão numa família de artistas”, diz Fernanda, que em janeiro volta à TV em Hoje é dia de Maria, microssérie em que viverá uma madrasta malvada.

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