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VIVA O BESTEIROL!

Arquivo Geral

28/04/2004 0h00

Falta riso na sua vida? Se a resposta foi positiva, não se preocupe, porque vai sobrar motivos para você gargalhar neste fim de semana. Entre os dias 30 de abril e 9 de maio, cinco comédias invadem o Teatro Nacional. É o projeto Vivo Rindo, uma exclusividade brasiliense idealizada por Beth Salgueiro e Ivan Viana.

A produtora Beth, que é do Nordeste e está no Distrito Federal há cinco anos, conta que se impressionou com o sucesso que as peças de humor fazem na cidade. “As salas lotam. O brasiliense gosta de ver o lado alegre das coisas”, acredita. Daí surgiu a idéia de montar um festival super bem-humorado. “Procuramos fazer um painel do que há de melhor na comédia brasileira”, revela a produtora.

Os cinco espetáculos selecionados foram Os Monólogos da Vagina ; Como Sobreviver em Festas e Recepções com Buffet Escasso – que estréiam o festival – ; Sexo; O Caso da Rua ao Lado e Figural. Para os espectadores entrarem no clima, o projeto Vivo Rindo também reúne artistas em pequenas participações no foyer da Sala Villa-Lobos. Antes do início das peças, entre 19h e 20h, enquanto as pessoas aguardam nas filas, serão realizadas performances com os brasilienses Avacalhando o Vocal, Orquestra de Lapela Nino Rota, grupo de comédia G7 e Circo Íntimo. Além dos esquetes, há um concurso de gargalhada entre o público e telões com comédias do cinema mudo, como as obras de Charles Chaplin.

DebochadoO festival estréia nesta sexta com a comédia Como Sobreviver em Festas e Recepções com Buffet Escasso. Estrelada pelo debochado Carlos Nunes, a peça está em cartaz há quatro anos consecutivos. Em 2001, foi premiado por ter sido o espetáculo com o maior público em Belo Horizonte. Cerca de 120 mil pessoas já assistiram à peça mineira.

Carlos explica que a comédia foi escrista pelo neurocirurgião e professor Ângelo Machado, inspirada na obra de sua autoriaManual de Sobrevivência em Recepções e Coquetéis com Buffet Escasso . “É uma obra cheia de termos científicos e pesquisas”, diverte-se o ator. E destaca uma citação: o primeiro milagre de Jesus Cristo foi feito num caso de buffet escasso: a transformação de água em vinho.

A comédia conta a saga de um penetra com 20 anos de experiência em buffets e que vai logo avisando: “Quem manda nas festas são os garçons”. “Não é a noiva nem o aniversáriante, muito menos o pai do noivo. Sabendo disso, você já pode se dar bem”, brinca. “Como Sobreviver em Festas e Recepções com Buffet Escasso é mais do que um espetáculo. Em tempos de fome zero, é um verdadeiro curso de auto-ajuda”, esclarece o ator. Tanto que toda a platéia recebe um certificado de conclusão ao final da apresentação.

InéditoÉ a primeira vez que o espetáculo mineiro é apresentado em palco candango. É, também, a primeira vez que Carlos Nunes participa de um festival de comédia. “É raro um festival exclusivo para o humor. Essa oportunidade é um privilégio”, afirma o ator, que começou a carreira aos dois meses de idade, “interpretando” Jesus Cristo numa encenação de Natal. Os atores e bailarinos Ana Luiza Alves, Nelson de Castro e Icler de Oliveira completam o elenco. “Adoramos viajar, é uma oportunidade de ficarmos bem próximos. Quando nos apresentamos em Belo Horizonte, só ficamos juntos durante o espetáculo”, reclama Carlos Nunes.

Já Os Monólogos da Vagina vem a Brasília pela segunda vez. Com adaptação e direção de Miguel Falabella, a comédia representada pelas atrizes Lúcia Veríssimo, Vera Setta e Totia Meireles é baseada em depoimentos de mulheres de várias partes do mundo, recolhidos pela norte-americana Eve Ensler. O resultado é um espetáculo que fala sobre a sexualidade feminina de forma educativa e hilariante. “É uma peça para a família toda assistir. Não é vulgar nem pornográfica, pelo contrário, tem bom gosto e é chique”, avisa Vera Setta, que trouxe o texto para o Brasil.

Vera enche a boca para dizer que depois de 30 anos de carreira teve o prazer de encenar Os Monólogos da Vagina. ” Fico muito contente por ser a conselheira, por ter entregado o texto nas mãos do Miguel”, conta a atriz. “É uma peça feminista com muito orgulho”. Ela conta que o trabalho, mesmo sendo uma comédia, serve como campanha sobre a violência contra as mulheres. “É um texto que libera a mulher, que libera a libido. Dos homens também, é claro”, esclarece. Ela garante que nestes quatro anos pelas estradas brasileiras ninguém saiu decepcionado do teatro. No próximo final de semana, as atrações do festival Vivo Rindo serão as peças Sexo, dos brasilienses Os Melhores do Mundo; a comédia de situação O Caso da Rua ao Lado, com Luiz Fernando Guimarães e Marisa Orth e Figural, com coreografias e acrobacias de Antonio Nóbrega.

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    28/04/2004 0h00

    Falta riso na sua vida? Se a resposta foi positiva, não se preocupe, porque vai sobrar motivos para você gargalhar neste fim de semana. Entre os dias 30 de abril e 9 de maio, cinco comédias invadem o Teatro Nacional. É o projeto Vivo Rindo, uma exclusividade brasiliense idealizada por Beth Salgueiro e Ivan Viana.

    A produtora Beth, que é do Nordeste e está no Distrito Federal há cinco anos, conta que se impressionou com o sucesso que as peças de humor fazem na cidade. “As salas lotam. O brasiliense gosta de ver o lado alegre das coisas”, acredita. Daí surgiu a idéia de montar um festival super bem-humorado. “Procuramos fazer um painel do que há de melhor na comédia brasileira”, revela a produtora.

    Os cinco espetáculos selecionados foram Os Monólogos da Vagina ; Como Sobreviver em Festas e Recepções com Buffet Escasso – que estréiam o festival – ; Sexo; O Caso da Rua ao Lado e Figural. Para os espectadores entrarem no clima, o projeto Vivo Rindo também reúne artistas em pequenas participações no foyer da Sala Villa-Lobos. Antes do início das peças, entre 19h e 20h, enquanto as pessoas aguardam nas filas, serão realizadas performances com os brasilienses Avacalhando o Vocal, Orquestra de Lapela Nino Rota, grupo de comédia G7 e Circo Íntimo. Além dos esquetes, há um concurso de gargalhada entre o público e telões com comédias do cinema mudo, como as obras de Charles Chaplin.

    DebochadoO festival estréia nesta sexta com a comédia Como Sobreviver em Festas e Recepções com Buffet Escasso. Estrelada pelo debochado Carlos Nunes, a peça está em cartaz há quatro anos consecutivos. Em 2001, foi premiado por ter sido o espetáculo com o maior público em Belo Horizonte. Cerca de 120 mil pessoas já assistiram à peça mineira.

    Carlos explica que a comédia foi escrista pelo neurocirurgião e professor Ângelo Machado, inspirada na obra de sua autoriaManual de Sobrevivência em Recepções e Coquetéis com Buffet Escasso . “É uma obra cheia de termos científicos e pesquisas”, diverte-se o ator. E destaca uma citação: o primeiro milagre de Jesus Cristo foi feito num caso de buffet escasso: a transformação de água em vinho.

    A comédia conta a saga de um penetra com 20 anos de experiência em buffets e que vai logo avisando: “Quem manda nas festas são os garçons”. “Não é a noiva nem o aniversáriante, muito menos o pai do noivo. Sabendo disso, você já pode se dar bem”, brinca. “Como Sobreviver em Festas e Recepções com Buffet Escasso é mais do que um espetáculo. Em tempos de fome zero, é um verdadeiro curso de auto-ajuda”, esclarece o ator. Tanto que toda a platéia recebe um certificado de conclusão ao final da apresentação.

    InéditoÉ a primeira vez que o espetáculo mineiro é apresentado em palco candango. É, também, a primeira vez que Carlos Nunes participa de um festival de comédia. “É raro um festival exclusivo para o humor. Essa oportunidade é um privilégio”, afirma o ator, que começou a carreira aos dois meses de idade, “interpretando” Jesus Cristo numa encenação de Natal. Os atores e bailarinos Ana Luiza Alves, Nelson de Castro e Icler de Oliveira completam o elenco. “Adoramos viajar, é uma oportunidade de ficarmos bem próximos. Quando nos apresentamos em Belo Horizonte, só ficamos juntos durante o espetáculo”, reclama Carlos Nunes.

    Já Os Monólogos da Vagina vem a Brasília pela segunda vez. Com adaptação e direção de Miguel Falabella, a comédia representada pelas atrizes Lúcia Veríssimo, Vera Setta e Totia Meireles é baseada em depoimentos de mulheres de várias partes do mundo, recolhidos pela norte-americana Eve Ensler. O resultado é um espetáculo que fala sobre a sexualidade feminina de forma educativa e hilariante. “É uma peça para a família toda assistir. Não é vulgar nem pornográfica, pelo contrário, tem bom gosto e é chique”, avisa Vera Setta, que trouxe o texto para o Brasil.

    Vera enche a boca para dizer que depois de 30 anos de carreira teve o prazer de encenar Os Monólogos da Vagina. ” Fico muito contente por ser a conselheira, por ter entregado o texto nas mãos do Miguel”, conta a atriz. “É uma peça feminista com muito orgulho”. Ela conta que o trabalho, mesmo sendo uma comédia, serve como campanha sobre a violência contra as mulheres. “É um texto que libera a mulher, que libera a libido. Dos homens também, é claro”, esclarece. Ela garante que nestes quatro anos pelas estradas brasileiras ninguém saiu decepcionado do teatro. No próximo final de semana, as atrações do festival Vivo Rindo serão as peças Sexo, dos brasilienses Os Melhores do Mundo; a comédia de situação O Caso da Rua ao Lado, com Luiz Fernando Guimarães e Marisa Orth e Figural, com coreografias e acrobacias de Antonio Nóbrega.

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