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Vitrine de Isabelle Huppert

Arquivo Geral

14/09/2004 0h00

Atriz duas vezes premiada em Cannes e outras duas no Festival de Veneza, Isabelle Huppert foi uma das mais requisitadas estrelas do cinema francês no período da virada do século 20 para o 21. Nesse momento de sua carreira, Isabelle reuniu uma filmografia invejável, da qual constam as ovacionadas produções Oito Mulheres (2001) e A Professora de Piano (2000). Esses e outros títulos estrelados pela atriz parisiense, filha de húngaros integram a mostra 7 Vezes Huppert, em cartaz no cinema do Centro Cultural Banco do Brasil, a partir de hoje.

O projeto será inaugurado com a exibição as produções de François Ozon (Oito Mulheres) e Michael Haneke (A Professora de Piano), respectivamente. Até domingo, o público poderá assistir ainda a outros cinco longas-metragens de prestígio com elenco encabeçado por Huppert: Negócios à Parte (de Claude Chabrol, 1997), A Falsa Servente (de Benoit Jacquot, 1999), Saint-Cyr (de Patricia Mazuy, 2000), Destinos Sentimentais (de Olivier Assayas, 2000) e o grande clássico de Huppert, sob a direção de Chabrol, Madame Bovary (1991).

Com o cineasta Claude Chabrol, Isabelle conseguiu seus mais notórios prêmios: em Cannes, por Violette Noziére (1977) e no Festival de Veneza por Um Assunto de Mulheres (1988) e La Cérémonie (1995). Desmanchada a parceria, em 1999, a atriz deu novo fôlego à carreira com o notório diretor de Funny Games, Michael Haneke, com quem trabalhou em A Professora de Piano e ganhou trofêu de Melhor Atriz em Cannes com a interpretação de uma mulher quarentona obcecada por sexo.

O currículo de Isabelle Huppert inclui ainda trabalhos com alguns dos cineastas mais importantes das últimas décadas. Desde sua estréia em 1971, como figurante em Uma Lágrima, um Amor, de Nina Campaneez, já atuou para profissionais da estirpe de Jean-Luc Godard, Vitorio Taviani, Otto Premingerz e Andrzey Wajda.

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    Arquivo Geral

    14/09/2004 0h00

    Atriz duas vezes premiada em Cannes e outras duas no Festival de Veneza, Isabelle Huppert foi uma das mais requisitadas estrelas do cinema francês no período da virada do século 20 para o 21. Nesse momento de sua carreira, Isabelle reuniu uma filmografia invejável, da qual constam as ovacionadas produções Oito Mulheres (2001) e A Professora de Piano (2000). Esses e outros títulos estrelados pela atriz parisiense, filha de húngaros integram a mostra 7 Vezes Huppert, em cartaz no cinema do Centro Cultural Banco do Brasil, a partir de hoje.

    O projeto será inaugurado com a exibição as produções de François Ozon (Oito Mulheres) e Michael Haneke (A Professora de Piano), respectivamente. Até domingo, o público poderá assistir ainda a outros cinco longas-metragens de prestígio com elenco encabeçado por Huppert: Negócios à Parte (de Claude Chabrol, 1997), A Falsa Servente (de Benoit Jacquot, 1999), Saint-Cyr (de Patricia Mazuy, 2000), Destinos Sentimentais (de Olivier Assayas, 2000) e o grande clássico de Huppert, sob a direção de Chabrol, Madame Bovary (1991).

    Com o cineasta Claude Chabrol, Isabelle conseguiu seus mais notórios prêmios: em Cannes, por Violette Noziére (1977) e no Festival de Veneza por Um Assunto de Mulheres (1988) e La Cérémonie (1995). Desmanchada a parceria, em 1999, a atriz deu novo fôlego à carreira com o notório diretor de Funny Games, Michael Haneke, com quem trabalhou em A Professora de Piano e ganhou trofêu de Melhor Atriz em Cannes com a interpretação de uma mulher quarentona obcecada por sexo.

    O currículo de Isabelle Huppert inclui ainda trabalhos com alguns dos cineastas mais importantes das últimas décadas. Desde sua estréia em 1971, como figurante em Uma Lágrima, um Amor, de Nina Campaneez, já atuou para profissionais da estirpe de Jean-Luc Godard, Vitorio Taviani, Otto Premingerz e Andrzey Wajda.

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