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Veteranos comemoram visitas

Arquivo Geral

04/10/2003 0h00

Os veteranos estão felizes com os resultados e dão dicas aos iniciantes. O escultor Huet Azevedo, com ateliê no Lago Sul, acredita que também é preciso que o artista tenha atitude. “Recebo visitas espontâneas e faço convites”, conta. Ele acredita que as pessoas têm um olhar diferente quando vêem como a obra é feita, valorizam o trabalho. “O projeto está sendo ótimo, colocar a população junto da arte é muito importante. Acho que os dois lados aprendem alguma coisa”, diz.

Crianças não ficaram de fora dos primeiros meses do projeto. O artista Huet recebeu cerca de 70 alunos. “Eles fizeram todo tipo de pergunta. Foi uma experiência maravilhosa. É de pequeno que se educa”, lembra.

O também veterano Gougon faz um trabalho diferencial, esculturas em mármore e granitos. “As pessoas procuram para saber como se faz, teve gente que me filmou trabalhando. Elas querem saber como é a técnica, como corto a pedra, o tamanho, o que uso para colar. Muitas até me pediram para levar pedras, como lembrança”, conta.

Os moradores das cidades satélites também poderão conhecer um pouco mais das artes plásticas. Em Samambaia, Taguatinga, Paranoá e Sobradinho, artistas receberão o público. Toninho de Souza é estreante no Projeto Ateliê Aberto. “O acesso é mais fácil. O projeto tem divulgação ampla. É uma forma de o artista ficar conhecido na cidade onde mora. Incentiva o turismo na cidade-satélite”, anima-se. Ele faz pintura, escultura, gravura, desenho, fotografia e mural. Na parte de fora do seu ateliê Toninho tem um painel de 2m x 35m contando a história de Brasília, desde a primeira missa até a morte de Juscelino Kubitschek.

São 35 ateliês espalhados por 11 locais do Distrito Federal. Sem gastar nada, é possível conhecer um pouco mais de arte brasiliense.

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    04/10/2003 0h00

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    Crianças não ficaram de fora dos primeiros meses do projeto. O artista Huet recebeu cerca de 70 alunos. “Eles fizeram todo tipo de pergunta. Foi uma experiência maravilhosa. É de pequeno que se educa”, lembra.

    O também veterano Gougon faz um trabalho diferencial, esculturas em mármore e granitos. “As pessoas procuram para saber como se faz, teve gente que me filmou trabalhando. Elas querem saber como é a técnica, como corto a pedra, o tamanho, o que uso para colar. Muitas até me pediram para levar pedras, como lembrança”, conta.

    Os moradores das cidades satélites também poderão conhecer um pouco mais das artes plásticas. Em Samambaia, Taguatinga, Paranoá e Sobradinho, artistas receberão o público. Toninho de Souza é estreante no Projeto Ateliê Aberto. “O acesso é mais fácil. O projeto tem divulgação ampla. É uma forma de o artista ficar conhecido na cidade onde mora. Incentiva o turismo na cidade-satélite”, anima-se. Ele faz pintura, escultura, gravura, desenho, fotografia e mural. Na parte de fora do seu ateliê Toninho tem um painel de 2m x 35m contando a história de Brasília, desde a primeira missa até a morte de Juscelino Kubitschek.

    São 35 ateliês espalhados por 11 locais do Distrito Federal. Sem gastar nada, é possível conhecer um pouco mais de arte brasiliense.

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