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Vampirão de alma doce

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O paulista Ney Latorraca, 58 anos, adora o que faz. Dá para perceber. Foi assim desde a primeira peça, Pluft, O Fantasminha, no colégio. Eufórico, procurou Flávio Rangel e Maria Della Costa e queria substituir ninguém menos do que Paulo Autran, em Depois da Queda. Negado o pedido, não deixou barato. Escreveu com batom no espelho do camarim da atriz: “Um dia vou ser o seu galã”.

A profecia se concretizou na TV Tupi na novela Super Plá, em 1969, e depois na peça Bodas de Sangue, em 1973. De lá pra cá, fez 26 peças, 14 filmes, cinco minisséries e 16 novelas, incluindo O Beijo do Vampiro, em que é Nosferatu – o mais cruel dos sanguessugas. O monstro é uma versão mais debochada de Vlad, o vampirão-mor vivido também por ele na novela Vamp (1991), de Antônio Calmon – mesmo autor da atual trama das sete na Globo.

Além de aparecer na televisão, Latorraca está na peça Capitanias Hereditárias, no Teatro Clara Nunes (Rio) e ensaia Os Mistérios de Irma Vap, espetáculo que a diretora Carla Camuratti vai transformar em longa-metragem. O texto, com Ney e Marco Nanini, ficou em cartaz 11 anos e levou o nome dos dois para o Guinness Book, o famoso livro dos recordes.

Radicado no Rio de Janeiro, o leonino Latorraca admite ser vaidoso – o que ele considera ser seu maior defeito. Ainda assim, não demonstra ser um escravo da aparência e esbanja auto-confiança. “Assumi os cabelos grisalhos”, conta. “Saber envelhecer é vaidade.

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O paulista Ney Latorraca, 58 anos, adora o que faz. Dá para perceber. Foi assim desde a primeira peça, Pluft, O Fantasminha, no colégio. Eufórico, procurou Flávio Rangel e Maria Della Costa e queria substituir ninguém menos do que Paulo Autran, em Depois da Queda. Negado o pedido, não deixou barato. Escreveu com batom no espelho do camarim da atriz: “Um dia vou ser o seu galã”.

A profecia se concretizou na TV Tupi na novela Super Plá, em 1969, e depois na peça Bodas de Sangue, em 1973. De lá pra cá, fez 26 peças, 14 filmes, cinco minisséries e 16 novelas, incluindo O Beijo do Vampiro, em que é Nosferatu – o mais cruel dos sanguessugas. O monstro é uma versão mais debochada de Vlad, o vampirão-mor vivido também por ele na novela Vamp (1991), de Antônio Calmon – mesmo autor da atual trama das sete na Globo.

Além de aparecer na televisão, Latorraca está na peça Capitanias Hereditárias, no Teatro Clara Nunes (Rio) e ensaia Os Mistérios de Irma Vap, espetáculo que a diretora Carla Camuratti vai transformar em longa-metragem. O texto, com Ney e Marco Nanini, ficou em cartaz 11 anos e levou o nome dos dois para o Guinness Book, o famoso livro dos recordes.

Radicado no Rio de Janeiro, o leonino Latorraca admite ser vaidoso – o que ele considera ser seu maior defeito. Ainda assim, não demonstra ser um escravo da aparência e esbanja auto-confiança. “Assumi os cabelos grisalhos”, conta. “Saber envelhecer é vaidade.

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