Menu
Promoções

Vacinas pedem reforço a cada dez ano

Arquivo Geral

05/10/2004 0h00

Diferentemente do que a maioria das mães pensa, a vacinação não termina quando a criança completa cinco anos de idade. É preciso fazer reforços a cada 10 anos, mesmo para doenças já erradicadas e, no caso da gripe, repetir a vacina todo ano, alerta a pediatra Marcy de Oliveira, do Hospital e Maternidade Neomater, de São Bernardo(SP). A imunização previne doenças que freqüentemente acometem tanto crianças como adultos e idosos.

Segundo a médica, as campanhas, como a da pólio, realizada recentemente, são de vital importância, pois permitem aos pais e profissionais conferirem a carteira de vacinação da criança e, caso necessário, aplicar outras vacinas que estejam em atraso. Universidades e empresas também reforçam a imunização contra velhas doenças, como sarampo, catapora, coqueluche e rubéola, cobrando a carteira de vacinação no ato da matrícula ou contratação, comenta Marcy, uma das responsáveis pelo Pronto-Socorro Infantil daquele hospital.

A maioria das doenças é prevenida por meio do calendário oficial de vacinação, que prevê vacinas gratuitas disponíveis na rede pública de saúde. Mas a pediatra ressalta que além dessas vacinas é preciso reforçar a imunização contra doenças gravíssimas, que matam em poucas horas, como a meningite meningocócica. As vacinas aplicadas por clínicas particulares não podem ser esquecidas, pois são também de grande importância e o custo é bem menor do que a perda de uma vida, diz a especialista.

adulto Outra preocupação dos médicos é em relação à vacina dupla adulto, aplicada aos 15 anos de idade e disponível nos postos de saúde. Essa vacina protege contra o tétano e a difteria. As primeiras doses são aplicadas até o primeiro ano de vida com reforço aos cinco anos de idade, aos 15 e depois, a cada 10 anos, diz a pediatra. Recentes estudos na área provam que há uma queda na imunidade do organismo após 10 anos, lembra.

Segundo Marcy, além das vacinas do calendário oficial e as aplicadas em clínicas, existem as chamadas eventuais, que protegem de doenças como febre amarela e são aplicadas em ocasiões especiais. Quando se viaja para zonas endêmicas ou se detecta algum vírus novo, explica a médica.

    Você também pode gostar

    Vacinas pedem reforço a cada dez ano

    Arquivo Geral

    05/10/2004 0h00

    Diferentemente do que a maioria das mães pensa, a vacinação não termina quando a criança completa cinco anos de idade. É preciso fazer reforços a cada 10 anos, mesmo para doenças já erradicadas e, no caso da gripe, repetir a vacina todo ano, alerta a pediatra Marcy de Oliveira, do Hospital e Maternidade Neomater, de São Bernardo(SP). A imunização previne doenças que freqüentemente acometem tanto crianças como adultos e idosos.

    Segundo a médica, as campanhas, como a da pólio, realizada recentemente, são de vital importância, pois permitem aos pais e profissionais conferirem a carteira de vacinação da criança e, caso necessário, aplicar outras vacinas que estejam em atraso. Universidades e empresas também reforçam a imunização contra velhas doenças, como sarampo, catapora, coqueluche e rubéola, cobrando a carteira de vacinação no ato da matrícula ou contratação, comenta Marcy, uma das responsáveis pelo Pronto-Socorro Infantil daquele hospital.

    A maioria das doenças é prevenida por meio do calendário oficial de vacinação, que prevê vacinas gratuitas disponíveis na rede pública de saúde. Mas a pediatra ressalta que além dessas vacinas é preciso reforçar a imunização contra doenças gravíssimas, que matam em poucas horas, como a meningite meningocócica. As vacinas aplicadas por clínicas particulares não podem ser esquecidas, pois são também de grande importância e o custo é bem menor do que a perda de uma vida, diz a especialista.

    adulto Outra preocupação dos médicos é em relação à vacina dupla adulto, aplicada aos 15 anos de idade e disponível nos postos de saúde. Essa vacina protege contra o tétano e a difteria. As primeiras doses são aplicadas até o primeiro ano de vida com reforço aos cinco anos de idade, aos 15 e depois, a cada 10 anos, diz a pediatra. Recentes estudos na área provam que há uma queda na imunidade do organismo após 10 anos, lembra.

    Segundo Marcy, além das vacinas do calendário oficial e as aplicadas em clínicas, existem as chamadas eventuais, que protegem de doenças como febre amarela e são aplicadas em ocasiões especiais. Quando se viaja para zonas endêmicas ou se detecta algum vírus novo, explica a médica.

      Você também pode gostar

      Assine nossa newsletter e
      mantenha-se bem informado