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Vacina da gripe tem restrições

Arquivo Geral

27/04/2004 0h00

A campanha de vacinação contra a gripe deste ano já atendeu mais de 4,6 milhões de idosos. Podem tomar a vacina todas as pessoas com mais de 60 anos de idade, desde que não sejam alérgicas à proteína do ovo e ao Timerosal (mercurocromo ou mertiolate). O Ministério da Saúde está investindo R$ 105,1 milhões para imunizar contra a gripe pelo menos 10,6 milhões de pessoas com mais de 60 anos (70% dessa população). Em 57 mil postos de saúde de todo o país, a vacinação vai até à próxima sexta-feira, dia 30 de abril.

A vacina também não é indicada aos portadores de doenças neurológicas ativas e indivíduos que tiveram Síndrome de Guillain Barré, doença que causa dores musculares e dificuldade respiratória. Mas pessoas cardíacas, asmáticas, diabéticas, hipertensas, com insuficiência renal ou hepática e portadores sintomáticos ou assintomáticos do vírus da Aids (HIV) ou com outro estado de baixa imunidade devem tomar a vacina contra a gripe.

Em geral, a vacina contra a gripe não provoca fortes reações. As mais comuns, quando acontecem, são uma leve dor e pequena vermelhidão no local da aplicação e, em mais raras ocasiões, febre baixa, mal-estar e dor no corpo, sintomas que desaparecem entre 24 e 48 horas.

Existe um mito segundo o qual a vacina provoca a gripe, em vez de preveni-la. Não é verdade. A vacina nunca poderá causar a gripe porque na sua composição estão apenas pedaços de vírus mortos. O que pode acontecer é a pessoa, mesmo vacinada, contrair outro tipo de vírus que seja imune à vacina. Mas isso não é regra geral e sim exceção.

ReaçãoUma pesquisa da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo aponta que o índice de reação é de apenas 4% dos vacinados. A pesquisa indica ainda que 39% dos entrevistados têm medo de possíveis reações ou acham que terão gripe se tomar a vacina.

Segundo a diretora da Divisão de Imunização do Centro de Vigilância Epidemiológica Clélia Maria Aranda “A colaboração dos médicos é muito importante. Eles precisam recomendar a vacinação contra gripe, pois, com a vacina, hospitalizações e casos de morte são reduzidos. Além disso, o idoso vacinado tem mais chances de envelhecer de uma maneira saudável”.

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    27/04/2004 0h00

    A campanha de vacinação contra a gripe deste ano já atendeu mais de 4,6 milhões de idosos. Podem tomar a vacina todas as pessoas com mais de 60 anos de idade, desde que não sejam alérgicas à proteína do ovo e ao Timerosal (mercurocromo ou mertiolate). O Ministério da Saúde está investindo R$ 105,1 milhões para imunizar contra a gripe pelo menos 10,6 milhões de pessoas com mais de 60 anos (70% dessa população). Em 57 mil postos de saúde de todo o país, a vacinação vai até à próxima sexta-feira, dia 30 de abril.

    A vacina também não é indicada aos portadores de doenças neurológicas ativas e indivíduos que tiveram Síndrome de Guillain Barré, doença que causa dores musculares e dificuldade respiratória. Mas pessoas cardíacas, asmáticas, diabéticas, hipertensas, com insuficiência renal ou hepática e portadores sintomáticos ou assintomáticos do vírus da Aids (HIV) ou com outro estado de baixa imunidade devem tomar a vacina contra a gripe.

    Em geral, a vacina contra a gripe não provoca fortes reações. As mais comuns, quando acontecem, são uma leve dor e pequena vermelhidão no local da aplicação e, em mais raras ocasiões, febre baixa, mal-estar e dor no corpo, sintomas que desaparecem entre 24 e 48 horas.

    Existe um mito segundo o qual a vacina provoca a gripe, em vez de preveni-la. Não é verdade. A vacina nunca poderá causar a gripe porque na sua composição estão apenas pedaços de vírus mortos. O que pode acontecer é a pessoa, mesmo vacinada, contrair outro tipo de vírus que seja imune à vacina. Mas isso não é regra geral e sim exceção.

    ReaçãoUma pesquisa da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo aponta que o índice de reação é de apenas 4% dos vacinados. A pesquisa indica ainda que 39% dos entrevistados têm medo de possíveis reações ou acham que terão gripe se tomar a vacina.

    Segundo a diretora da Divisão de Imunização do Centro de Vigilância Epidemiológica Clélia Maria Aranda “A colaboração dos médicos é muito importante. Eles precisam recomendar a vacinação contra gripe, pois, com a vacina, hospitalizações e casos de morte são reduzidos. Além disso, o idoso vacinado tem mais chances de envelhecer de uma maneira saudável”.

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