Menu
Promoções

União entre dança e atletismo

Arquivo Geral

08/07/2004 0h00

Ginastas desceram do pódio para se dobrar e contorcer nos palcos. As medalhas foram substituídas por aplausos, nos quatro cantos do mundo, para os dez atletas da companhia italiana Kataklo – em Brasília pela primeira vez para apresentar o espetáculo Fair Play , hoje e amanhã, na Sala Villa-Lobos, às 21h.

O grupo apresenta, de forma lúdica, diversas modalidades esportivas e seus treinamentos, numa fusão entre a dança e a ginástica. ” É nosso manifesto artístico”, definiu Giulia Staccioli, diretora artística e uma das formadoras da companhia.

O espetáculo é composto por 19 minicenas, cada uma com três a seis minutos de duração. Doze desses números são dedicados aos esportes: ciclismo, boxe, rugby, track field, natação, basquete, futebol e tênis.

Os outros retratam o cotidiano dos esportes: patrocinadores, árbitros, mascotes, pódio e bastidores. Todos os quadros são auxiliados por artefatos cênicos comuns às quadras de esportes, como barras, argolas, bicicletas, bolas, traves e raquetes de tênis.

A linguagem do Kataklo mistura mímica, toques de ironia, dança e, sobretudo, exige muita força muscular dos atletas. “Mostramos uma nova forma de expressão artística com o feliz casamento entre a dança e o esporte, entre coreografias e a perfeição atlética”, acredita Giulia.

Ela conta que não foi difícil transformar os oito atletas em bailarinos, porque a ginástica seria um esporte muito musical e, portanto, quase uma dança – exatamente como a proposta do grupo, formado pela dançarina clássica Paola Corio e os ginastas Davide Agostini, Ilaria Cavagna, Maurizio Collucci, Irene Germani, Giulia Piolanti e os novos integrantes Valentina Marino e Marco Zanotti. Dividindo o cargo de diretor artístico com a esposa, além de atuar como iluminador e sonorizador, está o ex-jogador de vôlei da seleção nacional italiana Andrea Zorzi.

A trilha sonora do espetáculo é eclética: mescla rock, música clássica, étnica e world music. “Usamos músicas de autores provenientes de contextos diferentes, para aprofundar a diversidade das coreografias”, justifica Giulia.

A companhia italiana ficou conhecida mundialmente após participar da cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Sidney, em 2000. Mas o Kataklo Athletic Dance Theatre nasceu cinco anos antes, na cidade de Milão. Bastou a medalhista olímpica em ginástica ritmica, Giulia Staccioli, coreografar os movimentos atléticos.

    Você também pode gostar

    União entre dança e atletismo

    Arquivo Geral

    08/07/2004 0h00

    Ginastas desceram do pódio para se dobrar e contorcer nos palcos. As medalhas foram substituídas por aplausos, nos quatro cantos do mundo, para os dez atletas da companhia italiana Kataklo – em Brasília pela primeira vez para apresentar o espetáculo Fair Play , hoje e amanhã, na Sala Villa-Lobos, às 21h.

    O grupo apresenta, de forma lúdica, diversas modalidades esportivas e seus treinamentos, numa fusão entre a dança e a ginástica. ” É nosso manifesto artístico”, definiu Giulia Staccioli, diretora artística e uma das formadoras da companhia.

    O espetáculo é composto por 19 minicenas, cada uma com três a seis minutos de duração. Doze desses números são dedicados aos esportes: ciclismo, boxe, rugby, track field, natação, basquete, futebol e tênis.

    Os outros retratam o cotidiano dos esportes: patrocinadores, árbitros, mascotes, pódio e bastidores. Todos os quadros são auxiliados por artefatos cênicos comuns às quadras de esportes, como barras, argolas, bicicletas, bolas, traves e raquetes de tênis.

    A linguagem do Kataklo mistura mímica, toques de ironia, dança e, sobretudo, exige muita força muscular dos atletas. “Mostramos uma nova forma de expressão artística com o feliz casamento entre a dança e o esporte, entre coreografias e a perfeição atlética”, acredita Giulia.

    Ela conta que não foi difícil transformar os oito atletas em bailarinos, porque a ginástica seria um esporte muito musical e, portanto, quase uma dança – exatamente como a proposta do grupo, formado pela dançarina clássica Paola Corio e os ginastas Davide Agostini, Ilaria Cavagna, Maurizio Collucci, Irene Germani, Giulia Piolanti e os novos integrantes Valentina Marino e Marco Zanotti. Dividindo o cargo de diretor artístico com a esposa, além de atuar como iluminador e sonorizador, está o ex-jogador de vôlei da seleção nacional italiana Andrea Zorzi.

    A trilha sonora do espetáculo é eclética: mescla rock, música clássica, étnica e world music. “Usamos músicas de autores provenientes de contextos diferentes, para aprofundar a diversidade das coreografias”, justifica Giulia.

    A companhia italiana ficou conhecida mundialmente após participar da cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Sidney, em 2000. Mas o Kataklo Athletic Dance Theatre nasceu cinco anos antes, na cidade de Milão. Bastou a medalhista olímpica em ginástica ritmica, Giulia Staccioli, coreografar os movimentos atléticos.

      Você também pode gostar

      Assine nossa newsletter e
      mantenha-se bem informado