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UMA VAN FILOSOFIA

Arquivo Geral

03/12/2003 0h00

A primeira Kombi foi fabricada pela Volkswagem em 1957. Desde então, foi utilizada como meio de transporte por muitos brasileiros. Mas aos olhos do artista plástico brasiliense Paulino Aversa a kombi deixou de ser veículo e tornou-se comércio. A exposição Kombinação – uma Van Filosofia será inaugurada amanhã, às 19h30, na Galeria Parangolé, do Espaço Cultural Renato Russo. A mostra estará aberta a visitação de sexta até o dia 17 de dezembro, das 14h às 21h.

Há mais de cinco anos, o pintor pesquisa a maneira como a kombi está presente nos espaços urbanos e no dia-a-dia da população. “A kombi está em todo o Brasil, usada de maneiras diferentes. Produzi obras que mostram as vidas úteis do veículo nas cidades e como foram incorporadas no cotidiano. São trabalhos que chegam a ser engraçados, acho que o público vai gostar”, afirma.

O artista tem mais de 20 anos de carreira e sempre trabalhou com temática sobre Brasília, mas desta vez resolveu inovar para atngir um maior número de pessoas. “É um trabalho diferente de tudo que já fiz. Deixei a capital um pouco de lado. Com isso, quero levar também a exposição para outros lugares”, explica Paulino.

Os primeiros trabalhos que produziu foram desenhos das kombis. Aos poucos, o artista foi sendo fascinado pela transformação de função que a kombi sofreu. “Fui observando como ela perdeu a função de van e agora se tornou um local onde se vende frutas, chaveiros, oficinas”, afirma Paulino.

Segundo o artista, o tema abre espaço para diferentes trabalhos. Além da exposição, Paulino pretende fazer um livro de artes plásticas sobre a história da kombi.

A mostra contém dez pinturas em técnica mista e dez objetos, caixas com esculturas dentro, que retratam a visão do artista sobre o uso, funções e ocupações de uma kombi. Dentre elas, a obra Mensagem de Amor, uma caixa vermelha, com toque romântico, que mostra um carro de som utilizados pelos apaixonados. Os quadros podem ser adquiridos por R$ 2.500 e os objetos por R$ 800.

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    UMA VAN FILOSOFIA

    Arquivo Geral

    03/12/2003 0h00

    A primeira Kombi foi fabricada pela Volkswagem em 1957. Desde então, foi utilizada como meio de transporte por muitos brasileiros. Mas aos olhos do artista plástico brasiliense Paulino Aversa a kombi deixou de ser veículo e tornou-se comércio. A exposição Kombinação – uma Van Filosofia será inaugurada amanhã, às 19h30, na Galeria Parangolé, do Espaço Cultural Renato Russo. A mostra estará aberta a visitação de sexta até o dia 17 de dezembro, das 14h às 21h.

    Há mais de cinco anos, o pintor pesquisa a maneira como a kombi está presente nos espaços urbanos e no dia-a-dia da população. “A kombi está em todo o Brasil, usada de maneiras diferentes. Produzi obras que mostram as vidas úteis do veículo nas cidades e como foram incorporadas no cotidiano. São trabalhos que chegam a ser engraçados, acho que o público vai gostar”, afirma.

    O artista tem mais de 20 anos de carreira e sempre trabalhou com temática sobre Brasília, mas desta vez resolveu inovar para atngir um maior número de pessoas. “É um trabalho diferente de tudo que já fiz. Deixei a capital um pouco de lado. Com isso, quero levar também a exposição para outros lugares”, explica Paulino.

    Os primeiros trabalhos que produziu foram desenhos das kombis. Aos poucos, o artista foi sendo fascinado pela transformação de função que a kombi sofreu. “Fui observando como ela perdeu a função de van e agora se tornou um local onde se vende frutas, chaveiros, oficinas”, afirma Paulino.

    Segundo o artista, o tema abre espaço para diferentes trabalhos. Além da exposição, Paulino pretende fazer um livro de artes plásticas sobre a história da kombi.

    A mostra contém dez pinturas em técnica mista e dez objetos, caixas com esculturas dentro, que retratam a visão do artista sobre o uso, funções e ocupações de uma kombi. Dentre elas, a obra Mensagem de Amor, uma caixa vermelha, com toque romântico, que mostra um carro de som utilizados pelos apaixonados. Os quadros podem ser adquiridos por R$ 2.500 e os objetos por R$ 800.

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