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Uma jovem atriz ligada na tomada

Arquivo Geral

30/05/2004 0h00

Débora Lamm não reclama de trabalho. Muito pelo contrário. “Quanto mais, melhor”, propaga a atriz, que além de gravar a reta final de Celebridade, como a repórter Vitória, vive uma maratona teatral. Em cartaz com a peça Leonce e Lena, ela vem passando horas a ensaiar o musical infantil O Alfaiate do Rei, que estréia dia 12. “Estou quase morando no Tablado, mas é um momento maravilhoso, transcendental”, diz.

Na peça, ela será a malvadinha. “Sou a tecelã que confecciona a falsa roupa do rei, uma trambiqueira”, diverte-se a moça, de 26 anos, que começou no Tablado aos 19. “Fiz cinco períodos de Arquitetura e demorei até ter acesso a arte como profissão”, conta.

A empolgação com que fala da profissão é nítida. “Cada trabalho tem a sua delícia. Teatro é a parte lúdica, TV é rápida, ágil, trabalha o improviso. E o cinema exige muita concentração”, compara.

Com outras duas novelas no currículo – Um Anjo Caiu do Céu e Sabor da Paixão –, Débora aproveita a popularidade proporcionada pela TV. “Adoro me relacionar em todos os sentidos, e profundamente. A princípio, não tenho medo de ninguém. As pessoas são muito carinhosas comigo na rua. Detesto quando alguém sente vergonha de chegar perto de mim.”

Ela conta que não passa um dia sem ser perguntada sobre a morte de Lineu (Hugo Carvana) na rua. A resposta, ela tem na ponta da língua. “Para mim foi o Joel (André Barros), a mando do Renato (Fábio Assunção).”

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    30/05/2004 0h00

    Débora Lamm não reclama de trabalho. Muito pelo contrário. “Quanto mais, melhor”, propaga a atriz, que além de gravar a reta final de Celebridade, como a repórter Vitória, vive uma maratona teatral. Em cartaz com a peça Leonce e Lena, ela vem passando horas a ensaiar o musical infantil O Alfaiate do Rei, que estréia dia 12. “Estou quase morando no Tablado, mas é um momento maravilhoso, transcendental”, diz.

    Na peça, ela será a malvadinha. “Sou a tecelã que confecciona a falsa roupa do rei, uma trambiqueira”, diverte-se a moça, de 26 anos, que começou no Tablado aos 19. “Fiz cinco períodos de Arquitetura e demorei até ter acesso a arte como profissão”, conta.

    A empolgação com que fala da profissão é nítida. “Cada trabalho tem a sua delícia. Teatro é a parte lúdica, TV é rápida, ágil, trabalha o improviso. E o cinema exige muita concentração”, compara.

    Com outras duas novelas no currículo – Um Anjo Caiu do Céu e Sabor da Paixão –, Débora aproveita a popularidade proporcionada pela TV. “Adoro me relacionar em todos os sentidos, e profundamente. A princípio, não tenho medo de ninguém. As pessoas são muito carinhosas comigo na rua. Detesto quando alguém sente vergonha de chegar perto de mim.”

    Ela conta que não passa um dia sem ser perguntada sobre a morte de Lineu (Hugo Carvana) na rua. A resposta, ela tem na ponta da língua. “Para mim foi o Joel (André Barros), a mando do Renato (Fábio Assunção).”

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