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Uma cria da Boca do Lixo

Arquivo Geral

22/11/2003 0h00

criou-se em São Paulo. Filho e neto de editores de livros, imaginou que seguiria o caminho da família, mas apaixonou-se pelo cinema e pela música.

Durante muitos anos dividiu-se entre os dois. Cursou a Escola Superior de Cinema de São Luiz, onde pôde aprender com Anatol Rosenfeld, Luís Sérgio Person e Roberto Santos, entre outros. Realizou seu primeiro curta-metragem, Esta Rua tão Augusta, em 1967.

Ao lado de outros cineastas paulistas, entre 67/70, realizou produções de baixo orçamento e muita inventividade, promovendo o nascimento daquele que ficou conhecido como o “cinema pós-novo” (ou Boca do Lixo), entre o experimentalismo e o cinema popular.

Nos anos 70, Reichenbach atuou em trabalhos de outros diretores e fez a direção de fotografia de vários filmes. Em 1974, abandonou uma atividade de dois anos no cinema publicitário e escreveu, fotografou, produziu e dirigiu Lilian M. – Relatório Confidencial, optando por um cinema autoral e artesanal.

Dez anos depois, foi este mesmo filme que revelou o cinema de Reichenbach para a crítica européia, por meio do Festival de Roterdã, do qual participou por cinco anos consecutivos.

Foi duas vezes premiado pela Cinemateca Real de Bruxelas com Amor, Palavra Prostituta e Anjos do Arrabalde, e recebeu o prêmio de melhor filme do 30º Festival de Cinema de Pesaro, Itália, por Alma Corsária, melhor filme no Festival de Brasília de 1995.

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    Arquivo Geral

    22/11/2003 0h00

    criou-se em São Paulo. Filho e neto de editores de livros, imaginou que seguiria o caminho da família, mas apaixonou-se pelo cinema e pela música.

    Durante muitos anos dividiu-se entre os dois. Cursou a Escola Superior de Cinema de São Luiz, onde pôde aprender com Anatol Rosenfeld, Luís Sérgio Person e Roberto Santos, entre outros. Realizou seu primeiro curta-metragem, Esta Rua tão Augusta, em 1967.

    Ao lado de outros cineastas paulistas, entre 67/70, realizou produções de baixo orçamento e muita inventividade, promovendo o nascimento daquele que ficou conhecido como o “cinema pós-novo” (ou Boca do Lixo), entre o experimentalismo e o cinema popular.

    Nos anos 70, Reichenbach atuou em trabalhos de outros diretores e fez a direção de fotografia de vários filmes. Em 1974, abandonou uma atividade de dois anos no cinema publicitário e escreveu, fotografou, produziu e dirigiu Lilian M. – Relatório Confidencial, optando por um cinema autoral e artesanal.

    Dez anos depois, foi este mesmo filme que revelou o cinema de Reichenbach para a crítica européia, por meio do Festival de Roterdã, do qual participou por cinco anos consecutivos.

    Foi duas vezes premiado pela Cinemateca Real de Bruxelas com Amor, Palavra Prostituta e Anjos do Arrabalde, e recebeu o prêmio de melhor filme do 30º Festival de Cinema de Pesaro, Itália, por Alma Corsária, melhor filme no Festival de Brasília de 1995.

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