Adisputa ocorre todo dia em pleno horário nobre. Darlene e Jaqueline não só brigam por uma vaga no estrelato, mas também pelo mesmo homem, o bombeiro Vladimir (Marcelo Faria), e pela atenção do público masculino de Celebridade. Fora da telinha, Deborah Secco e Juliana Paes estão prestes a travar uma nova batalha. Elas disputarão o título de musa do Carnaval 2004. Deborah como madrinha de bateria da Grande Rio e Juliana, da Viradouro.
“Juliana é humilde, simpática e não tem aquela prosa de outras artistas. Em relação a Deborah, ela leva vantagem. Tem mais tchan, mais samba no pé. Ela é um mulherão”, sentencia Ciça, mestre de bateria da Viradouro.
Mas se a principal intenção das escolas com suas madrinhas é badalação, Deborah leva vantagem. Com dez anos de carreira, contra três de Juliana Paes, a atriz volta e meia está envolvida numa boa polêmica. “Deborah tem mais carisma e é mais famosa. Sem contar que foi uma simpatia com todo mundo lá da escola. Estava muito animada”, conta Odilon, mestre de bateria da Grande Rio. A comparação entre as duas atrizes é tão grande que, dizem, se criou uma rivalidade real nos bastidores da novela. E se é a vida imitando a arte, isso só tende a aumentar. Jaqueline e Darlene vão continuar disputando atenções. “Na novela, Deborah tem se saído melhor. Está mais engraçada. Juliana tenta imitar seus trejeitos. Já na vida real, Juliana dá de dez”, opina o comerciante Alexandre Matias, de 43 anos. O bancário Rogério Santiago, de 32, concorda. Ele se encantou com Juliana Paes desde que a morenaça mostrou os seios no primeiro capítulo da novela: “Ela é toda natural e muito mais sensual também. Ela devia aceitar logo o convite para posar nua”. Deborah Secco também encantou muita gente quando resolveu mostrar os seus, siliconados, na telinha. “A cena não valeu só pela beleza de Deborah Secco. Foi muito divertida. Dei boas risadas. Ela tem talento”, diz o aposentado Josimar Feliciano, de 68 anos. O segurança Walter Gomes, faz coro: “Deborah é a mulher mais sensual da TV”.