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Um sujeito muito família

Arquivo Geral

22/10/2005 0h00

Já diz o dito popular: filho de peixe, peixinho é. Três dos quatro filhos de Fábio Junior seguem a carreira artística, assim como o pai. Puxando o talento de ator, a jovem Cléo Pires, 23 anos, fruto do relacionamento com a atriz Glória Pires, faz o maior sucesso como a Lurdinha da novela global América. “A gente vê que ela nasceu pronta. Sempre relutou, nunca quis ser atriz e foi só fazer um trabalho em que ganhou prêmio e surgiram outros convites”, diz, orgulhoso, sobre a estréia de Cléo no filme Benjamin, em 2003.

A estréia da primogênita em novelas é um orgulho para este pai. “Ela está amadurecendo muito, quem acompanha a novela percebeu isso. Fico muito feliz”, diz. Sobre os rumores de que a relação dos dois é difícil, Fábio é claro: “Temos problemas como todo pai e filha tem. Mas gostamos muito um do outro e nos damos bem. A gente só não tem se visto por causa da agenda das gravações dela”.

A carreira de atriz também é almejada pela segunda filha, Tainá Galvão, de 19 anos. “Ela também tem esse talento, mas as coisas acontecem devagar”, acredita. O problema em ver suas duas filhas nessa carreira é o ciúme. “Sou ciumento mesmo, mas procuro não dar bandeira. Tento me controlar, pois dou muito apoio para as duas”, diz.

O caçula Filipe Galvão, 14 anos, montou uma banda de rock, a Hori, e se prepara para começar uma carreira de cantor. “Eu fico babando, oriento no que posso, mas deixando ele andar com as próprias pernas”, revela. “Vocês vão ver, ele tem o maior talento”, garante.

A família é algo muito importante para o cantor. O carinho pelos filhos, ele não esconde de ninguém, nem a saudade do pai, morto há 25 anos, após ter sido assaltado. “Ele era taxista e levou um tiro depois de um assalto”, conta. Apesar do acidente, Fábio votará contra a proibição da comercialização de armas de fogo no Brasil, amanhã, no referendo. “Não gosto nem tenho arma. Mas segurança é um direito, e, se o governo não dá, temos que apelar para o que temos”, opina. “Desarmando a população, os bandidos vão ficar mais à vontade”, acrescenta.

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    22/10/2005 0h00

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    A estréia da primogênita em novelas é um orgulho para este pai. “Ela está amadurecendo muito, quem acompanha a novela percebeu isso. Fico muito feliz”, diz. Sobre os rumores de que a relação dos dois é difícil, Fábio é claro: “Temos problemas como todo pai e filha tem. Mas gostamos muito um do outro e nos damos bem. A gente só não tem se visto por causa da agenda das gravações dela”.

    A carreira de atriz também é almejada pela segunda filha, Tainá Galvão, de 19 anos. “Ela também tem esse talento, mas as coisas acontecem devagar”, acredita. O problema em ver suas duas filhas nessa carreira é o ciúme. “Sou ciumento mesmo, mas procuro não dar bandeira. Tento me controlar, pois dou muito apoio para as duas”, diz.

    O caçula Filipe Galvão, 14 anos, montou uma banda de rock, a Hori, e se prepara para começar uma carreira de cantor. “Eu fico babando, oriento no que posso, mas deixando ele andar com as próprias pernas”, revela. “Vocês vão ver, ele tem o maior talento”, garante.

    A família é algo muito importante para o cantor. O carinho pelos filhos, ele não esconde de ninguém, nem a saudade do pai, morto há 25 anos, após ter sido assaltado. “Ele era taxista e levou um tiro depois de um assalto”, conta. Apesar do acidente, Fábio votará contra a proibição da comercialização de armas de fogo no Brasil, amanhã, no referendo. “Não gosto nem tenho arma. Mas segurança é um direito, e, se o governo não dá, temos que apelar para o que temos”, opina. “Desarmando a população, os bandidos vão ficar mais à vontade”, acrescenta.

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