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Um canto para a cidade

Arquivo Geral

21/04/2005 0h00

A festa de aniversário de Brasília, que comemora 45 anos de fundação hoje, terá a rainha do axé num megashow gratuito, às 19h, na Esplanada dos Ministérios. Daniela Mercury chega a Brasília embalada pela tendência da música eletrônica e reserva uma surpresa para o público: uma homenagem ao ex-líder da Legião Urbana, Renato Russo, com participação da irmã do ídolo, a cantora Carmem Manfredini.

A baiana traz um repertório especial para o show. Do CD Carnaval Eletrônico, tem a agitada Maimbê Dandá, de Carlinhos Brown, e o clássico A Tonga da Mironga do Kabuletê, de Toquinho e Vinicius de Moraes, que ganhou um arranjo eletrônico. Tem também antigos sucessos como Canto da Cidade, Como Vai Você e Rapunzel. Não vai ficar de fora Olha o Gandhi Aê, sucesso no carnaval de Salvador deste ano.

Para homenagear a capital federal, Daniela vai tocar as músicas País Tropical e Aquarela Brasileira, além de canções de Renato Russo. “Será um show emocionante, não só divertido. Juntos vamos comemorar os 45 anos de Brasília “, prometeu a cantora, em entrevista ao Jornal de Brasília. A surpresa fica por conta do encontro de Daniela com Carmem Manfredini, irmã do vocalista da Legião Urbana, que cantarão juntas uma música. “Quem tiver lá vai ver uma grande homenagem que vamos fazer ao Renato e à cidade”, garante.

Da Legião Urbana, Daniela diz que tocará, entre outras, a música Meninos e Meninas e, ao contrário de Renato Russo, mudará o trecho que diz “Acho que gosto de São Paulo/ gosto de São João/gosto de São Francisco/e de São Sebastião”, para “Acho que gosto de Brasília, gosto de São João”.

Daniela Mercury está feliz de participar dessa homenagam a Brasília, que foi a primeira capital que esteve como cantora depois de Salvador, ainda como backing vocal da Banda Eva, em 1989, na extinta boate Zoom (Gilberto Salomão), numa das edições do Salute Salvador. “Acho que Brasília foi um sonho de integração nacional. Ela veio para ser o coração do Brasil, uma capital para representar todas as diferenças brasileiras. É um símbolo de ousadia”, afirma a cantora.

Em outro momento do show, Daniela falará sobre o índio e a importância da raça para o Brasil. “Tem que ter uma atenção especial para a questão do índio, não só a demarcação de território, mas também como integrante da sociedade brasileira”, defende.

Sobre o público brasiliense, a cantora é só elogios, pois diz ser uma mistura de brasileiros de todo o Brasil e com grandes admiradores do axé music. “O axé completa 20 anos, junto com a democracia no Brasil. E Brasília é cúmplice desse estilo musical. A capital tem um público extremamente animado. Vamos aprontar muito nesse show”, promete a cantora. “Não é só uma celebração, mas uma reflexão do que simboliza a capital para o resto do Brasil. Vamos aproveitar para cantar e falar das nossas dores e nossos amores”, brinca.

Desde o ano passado, artistas locais fazem o show de abertura. Depois de Mr. Magoo e Capitão do Cerrado, nesta edição do Pão Music é a vez da banda brasiliense Colina mostrar seu repertório de pop rock. O objetivo do evento é dar oportunidade para novas bandas mostrarem seu trabalho musical para um grande público. “No carnaval de Salvador, nós revelamos grandes artistas, mas nem todo mundo tem um evento desse tipo. A participação de novas bandas abrindo show de grandes artistas é de grande responsabilidade e é um espaço para a cidade. Acredito que seja estimulante e desafiador para as novas bandas”, afirma Daniela Mercury que, com esse show, abre a temporada 2005 do projeto musical Pão Music, da rede de supermercados Pão de Açúcar.

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    21/04/2005 0h00

    A festa de aniversário de Brasília, que comemora 45 anos de fundação hoje, terá a rainha do axé num megashow gratuito, às 19h, na Esplanada dos Ministérios. Daniela Mercury chega a Brasília embalada pela tendência da música eletrônica e reserva uma surpresa para o público: uma homenagem ao ex-líder da Legião Urbana, Renato Russo, com participação da irmã do ídolo, a cantora Carmem Manfredini.

    A baiana traz um repertório especial para o show. Do CD Carnaval Eletrônico, tem a agitada Maimbê Dandá, de Carlinhos Brown, e o clássico A Tonga da Mironga do Kabuletê, de Toquinho e Vinicius de Moraes, que ganhou um arranjo eletrônico. Tem também antigos sucessos como Canto da Cidade, Como Vai Você e Rapunzel. Não vai ficar de fora Olha o Gandhi Aê, sucesso no carnaval de Salvador deste ano.

    Para homenagear a capital federal, Daniela vai tocar as músicas País Tropical e Aquarela Brasileira, além de canções de Renato Russo. “Será um show emocionante, não só divertido. Juntos vamos comemorar os 45 anos de Brasília “, prometeu a cantora, em entrevista ao Jornal de Brasília. A surpresa fica por conta do encontro de Daniela com Carmem Manfredini, irmã do vocalista da Legião Urbana, que cantarão juntas uma música. “Quem tiver lá vai ver uma grande homenagem que vamos fazer ao Renato e à cidade”, garante.

    Da Legião Urbana, Daniela diz que tocará, entre outras, a música Meninos e Meninas e, ao contrário de Renato Russo, mudará o trecho que diz “Acho que gosto de São Paulo/ gosto de São João/gosto de São Francisco/e de São Sebastião”, para “Acho que gosto de Brasília, gosto de São João”.

    Daniela Mercury está feliz de participar dessa homenagam a Brasília, que foi a primeira capital que esteve como cantora depois de Salvador, ainda como backing vocal da Banda Eva, em 1989, na extinta boate Zoom (Gilberto Salomão), numa das edições do Salute Salvador. “Acho que Brasília foi um sonho de integração nacional. Ela veio para ser o coração do Brasil, uma capital para representar todas as diferenças brasileiras. É um símbolo de ousadia”, afirma a cantora.

    Em outro momento do show, Daniela falará sobre o índio e a importância da raça para o Brasil. “Tem que ter uma atenção especial para a questão do índio, não só a demarcação de território, mas também como integrante da sociedade brasileira”, defende.

    Sobre o público brasiliense, a cantora é só elogios, pois diz ser uma mistura de brasileiros de todo o Brasil e com grandes admiradores do axé music. “O axé completa 20 anos, junto com a democracia no Brasil. E Brasília é cúmplice desse estilo musical. A capital tem um público extremamente animado. Vamos aprontar muito nesse show”, promete a cantora. “Não é só uma celebração, mas uma reflexão do que simboliza a capital para o resto do Brasil. Vamos aproveitar para cantar e falar das nossas dores e nossos amores”, brinca.

    Desde o ano passado, artistas locais fazem o show de abertura. Depois de Mr. Magoo e Capitão do Cerrado, nesta edição do Pão Music é a vez da banda brasiliense Colina mostrar seu repertório de pop rock. O objetivo do evento é dar oportunidade para novas bandas mostrarem seu trabalho musical para um grande público. “No carnaval de Salvador, nós revelamos grandes artistas, mas nem todo mundo tem um evento desse tipo. A participação de novas bandas abrindo show de grandes artistas é de grande responsabilidade e é um espaço para a cidade. Acredito que seja estimulante e desafiador para as novas bandas”, afirma Daniela Mercury que, com esse show, abre a temporada 2005 do projeto musical Pão Music, da rede de supermercados Pão de Açúcar.

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