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TV Brasília entra na era digital

Arquivo Geral

20/09/2005 0h00

A TV Brasília inaugurou ontem, pela manhã, os novos equipamentos de edição não-linear instalados no departamento de Jornalismo, tornado-se assim a primeira emissora no Distrito Federal a entrar na era digital. A nova tecnologia proporcionará à emissora mais agilidade e precisão na produção das matérias, além de elevar a qualidade de imagem e som do canal.

O sistema digital NewEdit, dispõe de quatro ilhas não-lineares, integradas a um servidor principal onde as matérias são armazenadas e editadas posteriormente. De acordo com o gerente de Jornalismo Márcio Varella, a TV Brasília é a primeira emissora aberta na cidade a aderir a um sistema com tanta tecnologia. “O nosso objetivo é que a médio prazo o jornalista possa escrever a matéria de dentro do carro, no laptop, e mandar para a redação”, revela.

Investindo mais em jornalismo, a emissora leva ao ar, diariamente, quatro telejornais e mantém uma equipe de cinco repórteres, cinco editores, cinco produtores e três estagiários. “Vamos trabalhar com técnica e imagem superiores à da Rede Globo Brasília”, afirma Márcio.

TransmissorAs transformações na TV Brasília começaram no dia 21 de abril, com a instalação do novo transmissor. “A imagem e o som já haviam melhorado bastante. A tecnologia digital complementou essa qualidade, tornando a transmissão possível em cidades de Goiás como Luziânia, que antes não pegava o canal”.

Com uma média de edição de 17 matérias por dia, as quatro novas ilhas de edição prometem simplicidade, segurança e facilidade. Diferentemente do sistema de gerência digital de jornalismo anterior, em que as fitas tinham que ser editadas por partes, o novo sistema permite que a matéria seja jogada diretamente para o HD, que possui memória de 1.400 GB – um computador caseiro possui, em média, 40 GB.

Depois de editadas, as matérias ficam arquivadas na central de documentação, também digital. Com isso, a produção de uma matéria que demorava cerca de uma hora, passa a ser feita em apenas dez minutos.

De acordo com Márcio, até o mês que vêm a emissora comprará duas câmeras digitais novas. O equipamento conta ainda com uma mesa de vídeo digital, para cortar as imagens; um sistema de armazenagem e rede de jornalismo, para gerenciamento e exibição das matérias; e um exibidor digital de programação no controle-mestre da emissora.

Além de toda tecnologia, a emissora possue uma câmera instalada no prédio do Hotel Manhattan Plaza com a capacidade de um giro de 360 graus. “Com essa câmera podemos detectar movimentações em vários pontos da cidade e apurá-los. Como manifestações na Esplanada, por exemplo”, conta.

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    O sistema digital NewEdit, dispõe de quatro ilhas não-lineares, integradas a um servidor principal onde as matérias são armazenadas e editadas posteriormente. De acordo com o gerente de Jornalismo Márcio Varella, a TV Brasília é a primeira emissora aberta na cidade a aderir a um sistema com tanta tecnologia. “O nosso objetivo é que a médio prazo o jornalista possa escrever a matéria de dentro do carro, no laptop, e mandar para a redação”, revela.

    Investindo mais em jornalismo, a emissora leva ao ar, diariamente, quatro telejornais e mantém uma equipe de cinco repórteres, cinco editores, cinco produtores e três estagiários. “Vamos trabalhar com técnica e imagem superiores à da Rede Globo Brasília”, afirma Márcio.

    TransmissorAs transformações na TV Brasília começaram no dia 21 de abril, com a instalação do novo transmissor. “A imagem e o som já haviam melhorado bastante. A tecnologia digital complementou essa qualidade, tornando a transmissão possível em cidades de Goiás como Luziânia, que antes não pegava o canal”.

    Com uma média de edição de 17 matérias por dia, as quatro novas ilhas de edição prometem simplicidade, segurança e facilidade. Diferentemente do sistema de gerência digital de jornalismo anterior, em que as fitas tinham que ser editadas por partes, o novo sistema permite que a matéria seja jogada diretamente para o HD, que possui memória de 1.400 GB – um computador caseiro possui, em média, 40 GB.

    Depois de editadas, as matérias ficam arquivadas na central de documentação, também digital. Com isso, a produção de uma matéria que demorava cerca de uma hora, passa a ser feita em apenas dez minutos.

    De acordo com Márcio, até o mês que vêm a emissora comprará duas câmeras digitais novas. O equipamento conta ainda com uma mesa de vídeo digital, para cortar as imagens; um sistema de armazenagem e rede de jornalismo, para gerenciamento e exibição das matérias; e um exibidor digital de programação no controle-mestre da emissora.

    Além de toda tecnologia, a emissora possue uma câmera instalada no prédio do Hotel Manhattan Plaza com a capacidade de um giro de 360 graus. “Com essa câmera podemos detectar movimentações em vários pontos da cidade e apurá-los. Como manifestações na Esplanada, por exemplo”, conta.

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