Menu
Promoções

Trilogia de Giovane Aguiar

Arquivo Geral

18/06/2004 0h00

O coreógrafo brasiliense Giovane Aguiar apresenta amanhã e domingo três espetáculos na Sala Martins Penna do Teatro Nacional. Retratos será apresentado amanhã, às 21h, e Cidades e Vertigem no domingo, às 20h. “Todo o retrato pintado com sentimento é um retrato do artista e não do modelo”. Essa frase, do polêmico escritor Oscar Wilde, serviu de inspiração para o espetáculo Retratos, uma coletânea de oito solos, em que são homenageados amigos e pessoas queridas do coreógrafo, entre elas, sua filha Lana, de 12 anos.

Em Cidades, o coreógrafo mostra a solidão das pessoas quando estão em casa. O cenário é um apartamento e, durante o espetáculo, slides das ruas de Brasília nos anos 70 mostram o clima de isolamento das pessoas. “Brasília é a única cidade que eu conheço onde as pessoas são separadas pelo verde. Se você quer ir na casa de uma pessoa, tem de pegar o carro e atravessar vários espaços verdes para chegar lá”, observa Giovane.

A violência urbana, tema tão presente no cotidiano do brasileiro nos últimos anos, é encenada no espetáculo Vertigem. Dois episódios trágicos que marcaram os brasileiros estão nesse trabalho, o mais recente de Giovane. A morte do índio Galdino, em Brasília, e o seqüestro do ônibus 174, no Rio.

    Você também pode gostar

    Trilogia de Giovane Aguiar

    Arquivo Geral

    18/06/2004 0h00

    O coreógrafo brasiliense Giovane Aguiar apresenta amanhã e domingo três espetáculos na Sala Martins Penna do Teatro Nacional. Retratos será apresentado amanhã, às 21h, e Cidades e Vertigem no domingo, às 20h. “Todo o retrato pintado com sentimento é um retrato do artista e não do modelo”. Essa frase, do polêmico escritor Oscar Wilde, serviu de inspiração para o espetáculo Retratos, uma coletânea de oito solos, em que são homenageados amigos e pessoas queridas do coreógrafo, entre elas, sua filha Lana, de 12 anos.

    Em Cidades, o coreógrafo mostra a solidão das pessoas quando estão em casa. O cenário é um apartamento e, durante o espetáculo, slides das ruas de Brasília nos anos 70 mostram o clima de isolamento das pessoas. “Brasília é a única cidade que eu conheço onde as pessoas são separadas pelo verde. Se você quer ir na casa de uma pessoa, tem de pegar o carro e atravessar vários espaços verdes para chegar lá”, observa Giovane.

    A violência urbana, tema tão presente no cotidiano do brasileiro nos últimos anos, é encenada no espetáculo Vertigem. Dois episódios trágicos que marcaram os brasileiros estão nesse trabalho, o mais recente de Giovane. A morte do índio Galdino, em Brasília, e o seqüestro do ônibus 174, no Rio.

      Você também pode gostar

      Assine nossa newsletter e
      mantenha-se bem informado