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Tratamento multidisciplinar

Arquivo Geral

18/09/2004 0h00

O tratamento da esclerose múltipla deve ser tão diversificado quanto são os sintomas. Ou seja, o paciente não deve se conformar apenas com remédios. Ele vai precisar da ajuda também de vários especialistas para minimizar os efeitos da doença.

Na lista de médicos que devem trabalhar paralelamente com os pacientes estão fisioterapeuta, neurologistas, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos e neuropsicólogos. O trabalho conjunto desses profissionais vai ajudar a fazer com que as funções orgânicas do paciente funcionem da melhor maneira possível.

O neurologista Xavier Montalbán ressaltou a importância de o médico ser bastante realista quanto ao tratamento do paciente, que muitas vezes tem expectativas que não podem ser cumpridas.

O chefe da Associação Americana para a Esclerose Múltipla e presidente da Aliança para a Esclerose Múltipla, Jack Burks, afirmou que o principal avanço no tratamento, ocorreu há 11 anos, com a introdução do imunomodulador interferon.

surtoO uso deste medicamento diminui os períodos de surto e a progressividade da doença. O coordenador do Centro de Investigação em Esclerose Múltipla de Minas Gerais (Ciem), Marco Aurélio Lana, afirma que hoje existem três tipos de tratamento com interferon – Beta 1A, com aplicação intramuscular, uma vez por semana, e subcutânea, três vezes por semana; além do Beta 1B, subcutânea, em dias alternados. Outra opção é o acetato de glatiramer, com aplicação subcutânea diária.

Marco Lana ressalta que cada um tem suas vantagens e desvantagens e, portanto, somente o neurologista poderá indicar o melhor tratamento, depois de uma avaliação individual. Todos os medicamentos são disponibilizados de forma gratuita na rede pública de saúde. Lana afirma que o tratamento da esclerose múltipla deve ser baseado no consenso estabelecido pelo Comitê Brasileiro de Esclerose Múltipla (Bectrims).

“Todos os médicos brasileiros devem segui-lo. O consenso está disponível na publicação médica dos Arquivos de Neuropsiquiatria”, disse.

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    18/09/2004 0h00

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    Na lista de médicos que devem trabalhar paralelamente com os pacientes estão fisioterapeuta, neurologistas, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos e neuropsicólogos. O trabalho conjunto desses profissionais vai ajudar a fazer com que as funções orgânicas do paciente funcionem da melhor maneira possível.

    O neurologista Xavier Montalbán ressaltou a importância de o médico ser bastante realista quanto ao tratamento do paciente, que muitas vezes tem expectativas que não podem ser cumpridas.

    O chefe da Associação Americana para a Esclerose Múltipla e presidente da Aliança para a Esclerose Múltipla, Jack Burks, afirmou que o principal avanço no tratamento, ocorreu há 11 anos, com a introdução do imunomodulador interferon.

    surtoO uso deste medicamento diminui os períodos de surto e a progressividade da doença. O coordenador do Centro de Investigação em Esclerose Múltipla de Minas Gerais (Ciem), Marco Aurélio Lana, afirma que hoje existem três tipos de tratamento com interferon – Beta 1A, com aplicação intramuscular, uma vez por semana, e subcutânea, três vezes por semana; além do Beta 1B, subcutânea, em dias alternados. Outra opção é o acetato de glatiramer, com aplicação subcutânea diária.

    Marco Lana ressalta que cada um tem suas vantagens e desvantagens e, portanto, somente o neurologista poderá indicar o melhor tratamento, depois de uma avaliação individual. Todos os medicamentos são disponibilizados de forma gratuita na rede pública de saúde. Lana afirma que o tratamento da esclerose múltipla deve ser baseado no consenso estabelecido pelo Comitê Brasileiro de Esclerose Múltipla (Bectrims).

    “Todos os médicos brasileiros devem segui-lo. O consenso está disponível na publicação médica dos Arquivos de Neuropsiquiatria”, disse.

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