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Tratamento individualizado

Arquivo Geral

06/05/2004 0h00

As equipes multidisciplinares, que incluem psicólogos, têm observado a associação simultânea de quadros psíquicos e a Síndrome do Intestino Irritável. Os transtornos associados mais freqüentes são: fobia social, transtorno de pânico, transtorno obsessivo-compulsivo, transtorno de ansiedade generalizada e depressão. Há estudos que chegam a 95% de concomitância entre a doença e algum distúrbio psicológico, mostrando a importância de novas diretrizes para os tratamentos.

Os médicos explicam que pela possibilidade de diferentes apresentações da SII, cada paciente deve ser abordado de forma individualizada. Além disso, é de fundamental importância a relação médico-paciente, que tem como objetivo criar um vínculo positivo, que servirá como base sólida na abordagem terapêutica. O médico deve se preocupar em escutar o paciente e fazer o diagnóstico via sinais, sintomas, exames físicos e laboratoriais.

A investigação da SII pode causar frustração e desconfiança no paciente, pois resultados negativos em uma pesquisa laboratorial podem sugerir a algumas pessoas que uma doença potencialmente séria deixou de ser descoberta. Isso porque, apesar dos sintomas, não existem evidências orgânicas de relevância nem laboratoriais.

“Um dos primeiros passos é afastar o fantasma do câncer, que freqüentemente apavora os doentes. Outro passo importante é explicar o conceito de patologia funcional, pois a sociedade busca por respostas nos resultados de laboratório, o que não acontece com esta síndrome”, diz o dr. Fiks.

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    Arquivo Geral

    06/05/2004 0h00

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    Os médicos explicam que pela possibilidade de diferentes apresentações da SII, cada paciente deve ser abordado de forma individualizada. Além disso, é de fundamental importância a relação médico-paciente, que tem como objetivo criar um vínculo positivo, que servirá como base sólida na abordagem terapêutica. O médico deve se preocupar em escutar o paciente e fazer o diagnóstico via sinais, sintomas, exames físicos e laboratoriais.

    A investigação da SII pode causar frustração e desconfiança no paciente, pois resultados negativos em uma pesquisa laboratorial podem sugerir a algumas pessoas que uma doença potencialmente séria deixou de ser descoberta. Isso porque, apesar dos sintomas, não existem evidências orgânicas de relevância nem laboratoriais.

    “Um dos primeiros passos é afastar o fantasma do câncer, que freqüentemente apavora os doentes. Outro passo importante é explicar o conceito de patologia funcional, pois a sociedade busca por respostas nos resultados de laboratório, o que não acontece com esta síndrome”, diz o dr. Fiks.

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