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Tiro no pé

Arquivo Geral

14/10/2004 0h00

A Record não esconde os seus objetivos. A pretensão maior, em curtíssimo prazo, é encostar no SBT e dividir o segundo lugar de audiência. Algo absolutamente válido e digno de elogios. Todo mundo deve fazer todas as tentativas possíveis para alcançar posições mais altas e melhorar na vida, só não pode mergulhar no vazio. O fim está determinado, e o que nos parece o maior problema são os caminhos traçados. Já há algum tempo, os bons desenhos animados do Sílvio Santos levaram a sua emissora ao primeiro lugar durante toda a manhã, destronando Xuxa, Ana Maria Braga e até o bom Sítio do Picapau Amarelo. A Record, nesta faixa de horário, está num distante terceiro lugar, quase de mãos dadas com a Bandeirantes, em quarto. À tarde, as posições se invertem apenas entre as duas primeiras, o mesmo ocorrendo em boa parte da programação noturna. O recente lançamento do Tudo a Ver, o fim do Cidade Alerta e a estréia da novela A Escrava Isaura nos parecem pontos bem positivos, mas Tom Cavalcante já deu demonstrações, nessas últimas semanas, de que não tem pique para segurar um programa diário. Guardadas as devidas proporções, inclusive de espaço e tamanho, a Record incorreu no mesmo erro da Rede Bandeirantes, que colocou Gilberto Barros todas as noites e agora, por força de contrato, não tem como tirá-lo do ar ou diminuir seus dias de apresentação. Foi um tiro no pé. O prejuízo, até para o próprio Tom e o futuro da sua carreira, pode aumentar se providências urgentes não forem tomadas. A Record deve se convencer de que errou e o mais depressa possível.

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    14/10/2004 0h00

    A Record não esconde os seus objetivos. A pretensão maior, em curtíssimo prazo, é encostar no SBT e dividir o segundo lugar de audiência. Algo absolutamente válido e digno de elogios. Todo mundo deve fazer todas as tentativas possíveis para alcançar posições mais altas e melhorar na vida, só não pode mergulhar no vazio. O fim está determinado, e o que nos parece o maior problema são os caminhos traçados. Já há algum tempo, os bons desenhos animados do Sílvio Santos levaram a sua emissora ao primeiro lugar durante toda a manhã, destronando Xuxa, Ana Maria Braga e até o bom Sítio do Picapau Amarelo. A Record, nesta faixa de horário, está num distante terceiro lugar, quase de mãos dadas com a Bandeirantes, em quarto. À tarde, as posições se invertem apenas entre as duas primeiras, o mesmo ocorrendo em boa parte da programação noturna. O recente lançamento do Tudo a Ver, o fim do Cidade Alerta e a estréia da novela A Escrava Isaura nos parecem pontos bem positivos, mas Tom Cavalcante já deu demonstrações, nessas últimas semanas, de que não tem pique para segurar um programa diário. Guardadas as devidas proporções, inclusive de espaço e tamanho, a Record incorreu no mesmo erro da Rede Bandeirantes, que colocou Gilberto Barros todas as noites e agora, por força de contrato, não tem como tirá-lo do ar ou diminuir seus dias de apresentação. Foi um tiro no pé. O prejuízo, até para o próprio Tom e o futuro da sua carreira, pode aumentar se providências urgentes não forem tomadas. A Record deve se convencer de que errou e o mais depressa possível.

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