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Texto de Molière na Martins Penna

Arquivo Geral

09/07/2004 0h00

Odestaque teatral dessa semana na cidade é a peça O Avarento, com o ator Jorge Dória. A montagem desse texto, do dramaturgo francês Molière, já foi assistida por cerca de 600 mil pessoas em todo o Brasil, durante os quatro anos em cartaz. Dirigido por João Bethencourt, Dória interpreta Harpagão, um poderoso senhor cujas atitudes são sempre movidas pela ambição e pela vontade de ter cada vez mais dinheiro.

Harpagão quer casar sua filha com um senhor rico, somente porque ele lhe garantirá um abastado futuro. A pobrezinha, porém, é apaixonada por outro rapaz, com menos posses. Para o filho, Harpagão tem planos semelhantes. Quer que ele se case com uma senhora rica, mas, assim como a irmã, ele é apaixonado por outra pessoa. Por trás de todas as armações está a casamenteira Frosine, que também quer ter vantagens em todos os planos.

A montagem é cercada pelo humor e ironia característicos desse texto. “Comecei a brincar mais com o texto, depois de um tempo, sem seguir a tradução ao pé da letra”, diz o ator. O cenário reproduz a casa do senhor avarento e os figurinos seguem os padrões da época retratada (século 17), com direito a perucas, babados, bordados e muitos laços. Integram o elenco Gláucia Rodrigues, Edmundo Lippi, Henrique César, Gustavo Ottoni, Marcio Ricciardi, Antonio Gonzáles, Janaína Prado, Nilvan Santos, Jacqueline Brandão e Fernando Cardoso.

serviço

O Avarento – Espetáculo de Molière, com Jorge Dória. Hoje e amanhã, às 21h, domingo, às 18h, na Sala Martins Penna do Teatro Nacional. Ingressos a R$ 30 (inteira, sexta) e R$ 40 (inteira, sábado e domingo).

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    Texto de Molière na Martins Penna

    Arquivo Geral

    09/07/2004 0h00

    Odestaque teatral dessa semana na cidade é a peça O Avarento, com o ator Jorge Dória. A montagem desse texto, do dramaturgo francês Molière, já foi assistida por cerca de 600 mil pessoas em todo o Brasil, durante os quatro anos em cartaz. Dirigido por João Bethencourt, Dória interpreta Harpagão, um poderoso senhor cujas atitudes são sempre movidas pela ambição e pela vontade de ter cada vez mais dinheiro.

    Harpagão quer casar sua filha com um senhor rico, somente porque ele lhe garantirá um abastado futuro. A pobrezinha, porém, é apaixonada por outro rapaz, com menos posses. Para o filho, Harpagão tem planos semelhantes. Quer que ele se case com uma senhora rica, mas, assim como a irmã, ele é apaixonado por outra pessoa. Por trás de todas as armações está a casamenteira Frosine, que também quer ter vantagens em todos os planos.

    A montagem é cercada pelo humor e ironia característicos desse texto. “Comecei a brincar mais com o texto, depois de um tempo, sem seguir a tradução ao pé da letra”, diz o ator. O cenário reproduz a casa do senhor avarento e os figurinos seguem os padrões da época retratada (século 17), com direito a perucas, babados, bordados e muitos laços. Integram o elenco Gláucia Rodrigues, Edmundo Lippi, Henrique César, Gustavo Ottoni, Marcio Ricciardi, Antonio Gonzáles, Janaína Prado, Nilvan Santos, Jacqueline Brandão e Fernando Cardoso.

    serviço

    O Avarento – Espetáculo de Molière, com Jorge Dória. Hoje e amanhã, às 21h, domingo, às 18h, na Sala Martins Penna do Teatro Nacional. Ingressos a R$ 30 (inteira, sexta) e R$ 40 (inteira, sábado e domingo).

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