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Terapia faz medula voltar a funcionar

Arquivo Geral

31/05/2004 0h00

Uma combinação de terapias em ratos permitiu que medulas espinhais danificadas voltassem a desenvolver fibras nervosas. De acordo com uma pesquisadora que participou do estudo,

o trabalho abre novas possibilidades de tratamento para seres humanos com lesões na medula espinhal.

Três terapias realizadas separadamente,

que tinham mostrado resultados promissores em provas anteriores, foram combinadas

no novo estudo de

uma equipe da Universidade de Miami, segundo informa a revista Nature Medicine.

A terapia combinada foi idealizada pelos cientistas Damien D. Pearse e Mary Bartlett Bunge, que procuravam uma forma de superar

as limitações de crescimento de células nervosas depois de

uma lesão na medula espinhal.

Os pesquisadores combinaram enxertos

de células com a administração de uma molécula mensageira e o medicamento Rolipram em animais com lesões na medula. Eles descobriram que a terapia ajudou a

evitar que as fibras nervosas morressem e provocou o crescimento de novas fibras em áreas afetadas.

“Este trabalho abre novas possibilidades de tratamento para seres humanos com lesões na medula espinhal”, disse Bunge em um comunicado. Naomi Kleitman, diretora de pesquisa de lesões na medula espinhal no Instituto Nacional de Alterações Neurológicas e Apoplexias dos

Estados Unidos, disse que no futuro “deve ser possível considerar

o desenvolvimento

de um experimento clínico nesta área” para as pessoas afetadas.

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    o trabalho abre novas possibilidades de tratamento para seres humanos com lesões na medula espinhal.

    Três terapias realizadas separadamente,

    que tinham mostrado resultados promissores em provas anteriores, foram combinadas

    no novo estudo de

    uma equipe da Universidade de Miami, segundo informa a revista Nature Medicine.

    A terapia combinada foi idealizada pelos cientistas Damien D. Pearse e Mary Bartlett Bunge, que procuravam uma forma de superar

    as limitações de crescimento de células nervosas depois de

    uma lesão na medula espinhal.

    Os pesquisadores combinaram enxertos

    de células com a administração de uma molécula mensageira e o medicamento Rolipram em animais com lesões na medula. Eles descobriram que a terapia ajudou a

    evitar que as fibras nervosas morressem e provocou o crescimento de novas fibras em áreas afetadas.

    “Este trabalho abre novas possibilidades de tratamento para seres humanos com lesões na medula espinhal”, disse Bunge em um comunicado. Naomi Kleitman, diretora de pesquisa de lesões na medula espinhal no Instituto Nacional de Alterações Neurológicas e Apoplexias dos

    Estados Unidos, disse que no futuro “deve ser possível considerar

    o desenvolvimento

    de um experimento clínico nesta área” para as pessoas afetadas.

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