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Técnicas de guerrilha em cena

Arquivo Geral

04/11/2003 0h00

Agora que as filmagens terminaram, Camila espera tirar umas férias. Quer curtir a vida em família em Petrópolis depois do tanto que trouxe da personagem para sua rotina, vivendo-a intensamente.

“Fiz laboratório no Exército e aprendi a atirar, a manusear armas e a me defender”, conta. “Cheguei a dormir fardada num quartel por três dias seguidos, acordando às 4h30m. E foi esplêndido!”

Camila diz que também se emocionou em algumas cenas do longa. E lembra bem quando gravou a seqüência na qual Anita, sua filha, é retirada de seus braços numa prisão em Berlim, na Alemanha: “Fiquei muito mexida”.

A cena também foi eleita pelo diretor como a mais emocionante do filme. A atriz acha que tem em comum com Olga um ponto que foi fundamental para a construção do personagem: “Agora que acabou, fico pensando: como consegui?. Sou forte como a Olga. Passei por muitas situações-limite”.

Mais experiente no teatro, Camila faz a comparação entre o palco, o cinema e a TV: “No teatro e no cinema, o personagem precisa ser muito escavado. É mais profundo. E parece que se olha por um buraco de fechadura. O trabalho é mais completo”.

Olga deve estrear em abril do ano que vem e conta a história de vida da judia alemã Olga Benário Prestes, mulher de Luiz Carlos Prestes, que foi entregue aos nazistas pelo governo de Getúlio Vargas. Olga morreu num campo de concentração em 1942.

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    04/11/2003 0h00

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    “Fiz laboratório no Exército e aprendi a atirar, a manusear armas e a me defender”, conta. “Cheguei a dormir fardada num quartel por três dias seguidos, acordando às 4h30m. E foi esplêndido!”

    Camila diz que também se emocionou em algumas cenas do longa. E lembra bem quando gravou a seqüência na qual Anita, sua filha, é retirada de seus braços numa prisão em Berlim, na Alemanha: “Fiquei muito mexida”.

    A cena também foi eleita pelo diretor como a mais emocionante do filme. A atriz acha que tem em comum com Olga um ponto que foi fundamental para a construção do personagem: “Agora que acabou, fico pensando: como consegui?. Sou forte como a Olga. Passei por muitas situações-limite”.

    Mais experiente no teatro, Camila faz a comparação entre o palco, o cinema e a TV: “No teatro e no cinema, o personagem precisa ser muito escavado. É mais profundo. E parece que se olha por um buraco de fechadura. O trabalho é mais completo”.

    Olga deve estrear em abril do ano que vem e conta a história de vida da judia alemã Olga Benário Prestes, mulher de Luiz Carlos Prestes, que foi entregue aos nazistas pelo governo de Getúlio Vargas. Olga morreu num campo de concentração em 1942.

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