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Tecido da bochecha restaura visão

Arquivo Geral

18/12/2004 0h00

Médicos no Japão usaram uma fina camada de tecido celular retirado da bochecha para restaurar a visão de pessoas com danos na córnea. Uma equipe da Universidade de Osaka transplantou uma camada de células para a superfície dos olhos de quatro pacientes com uma doença na córnea, a síndrome de Stevens-Johnson. Os pacientes, que se queixavam de visão embaçada, passaram a enxergar com clareza, e suas “novas córneas” ainda estavam claras mais de um ano depois.

A equipe de Osaka espera que seu trabalho possa levar também a outros tipos de transplantes. Os pesquisadores colheram segmentos quadrados com três milímetros do interior da bochecha dos pacientes e cultivaram essas células em laboratório.

Em seguida, eles usaram uma técnica especial, com baixas temperaturas, para separar uma camada muito fina de cada quadrado e colocá-la sobre o globo ocular do paciente. As camadas de células aderiram ao olho e se desenvolveram em um tecido que se parecia com córneas saudáveis.

Os médicos acreditam poder, empregando a mesma técnica, tirar células de um olho saudável do paciente e fazer com que elas se multipliquem em laboratório para produzir uma nova córnea, ou fazer isso a partir de células de doadores. Mas estas técnicas poderiam não funcionar quando ambos os olhos estão muito danificados por acidente ou doença. A pesquisa foi publicada no New England Journal of Medicine.

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    Tecido da bochecha restaura visão

    Arquivo Geral

    18/12/2004 0h00

    Médicos no Japão usaram uma fina camada de tecido celular retirado da bochecha para restaurar a visão de pessoas com danos na córnea. Uma equipe da Universidade de Osaka transplantou uma camada de células para a superfície dos olhos de quatro pacientes com uma doença na córnea, a síndrome de Stevens-Johnson. Os pacientes, que se queixavam de visão embaçada, passaram a enxergar com clareza, e suas “novas córneas” ainda estavam claras mais de um ano depois.

    A equipe de Osaka espera que seu trabalho possa levar também a outros tipos de transplantes. Os pesquisadores colheram segmentos quadrados com três milímetros do interior da bochecha dos pacientes e cultivaram essas células em laboratório.

    Em seguida, eles usaram uma técnica especial, com baixas temperaturas, para separar uma camada muito fina de cada quadrado e colocá-la sobre o globo ocular do paciente. As camadas de células aderiram ao olho e se desenvolveram em um tecido que se parecia com córneas saudáveis.

    Os médicos acreditam poder, empregando a mesma técnica, tirar células de um olho saudável do paciente e fazer com que elas se multipliquem em laboratório para produzir uma nova córnea, ou fazer isso a partir de células de doadores. Mas estas técnicas poderiam não funcionar quando ambos os olhos estão muito danificados por acidente ou doença. A pesquisa foi publicada no New England Journal of Medicine.

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