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Tal pai, tal filho

Arquivo Geral

05/12/2005 0h00

Show em família no Clube do Choro (Eixo Monumental, entre a Torre de TV e o Centro de Convenções) esta semana. De quarta a sexta, às 21h30, Moraes Moreira e Davi Moraes sobem ao palco para homenagear Heitor Villa-Lobos. Ingressos a R$ 10 (inteira), à venda no Garvey Park Hotel (Setor Hoteleiro Norte).

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      Tal pai, tal filho

      Arquivo Geral

      18/10/2004 0h00

      Cenário: set de gravações da novela Escrava Isaura. Canal: TV Record. Ano: 2004. Ator: Rubens de Falco. Não, você não está lendo errado. O ator Rubens de Falco estará na nova versão da novela, que estréia hoje, na Rede Record, às 18h45. A trama foi lançada originalmente pela Rede Globo, em 11 de outubro de 1976, com direção de Gilberto Braga. E o veterano ator está muito feliz com o trabalho, quase 30 anos depois. A música Retirante, de Dorival Caymmi, tema de abertura da primeira versão da novela também volta na edição da Record.

      Rubens de Falco interpretará o Comendador Almeida, pai do maléfico Leôncio, personagem que ele viveu na versão da Globo. “É um presente estar participando dessa produção. O convite de Herval Rossano (o diretor) me fez muito feliz. Escrava Isaura marcou toda a minha trajetória de uma forma muito boa”, disse o ator ao Jornal de Brasília. O papel de Leôncio ficou com Leopoldo Pacheco, que, na opinião de Rubens, também interpretará muito bem.

      Sobre os 28 anos que se passaram, o artista é categórico. “Prefiro o Rubens de hoje. Com a idade, ganhamos experiência e aprendizado”, diz o ator, que tem 53 anos de carreira e completa 73 de idade amanhã. “Não se assuste! É que quando fiz o Leôncio já tinha 45.” A maturidade dos 40 anos, acredita Rubens, foi um dos fatores decisivos para o sucesso do personagem.

      Rubens diz que Leôncio ficou no imaginário popular, “parece que só fiz isso na vida”. Mas não, após Escrava Isaura ele participou de outras novelas e produções para TV, de um total de 32, entre elas Dona Xepa e A Sucessora. Ao todo foram 50 peças de teatro e mais de 20 filmes.

      EsperançaQuando começaram as gravações, sob direção de Herval Rossano, Rubens estava em cartaz com a peça Galeria Metrópole. “Foram duas semanas de trabalho intenso. Foi pesado. Mas agora estou me dedicando somente à novela”.

      A maioria das cenas iniciais teve como cenário a Fazenda Santa Gertrudes, em Rio Claro, no interior do Estado de São Paulo. Distante 168 km da capital, a propriedade ocupa 847 hectares e compreende casa grande, usina de força e até igreja. Como a fazenda não possui senzala, a produção improvisou uma no porão da casa grande. Recentemente, a Santa Gertrudes serviu de fazenda para Francisca Mão-de-Ferro, personagem de Lúcia Veríssimo em Esperança, da Globo. Hoje, faz as vezes de casa do Comendador Almeida.

      “A Record está apostando muito alto na novela e no setor de dramaturgia de um modo geral. Estamos trabalhando com carta branca. Sempre temos nossos pedidos atendidos. É bom trabalhar assim”, revela o ator. Os equipamentos usados são de última geração. “Isso é bom para todo mundo. Para o público, principalmente, e para todos os trabalhadores que dependem desse mercado”, explica.

      Aposentadoria Para Rubens de Falco, outro fator fundamental é trabalhar com Herval Rossano. “Ele é um grande diretor. Sempre que trabalhamos juntos os projetos são um sucesso”, elogia.

      Quanto à escolha de Bianca Rinaldi para viver a protagonista, ele tem certeza de que foi uma boa aposta. “Herval não erra nunca. Todo o elenco foi bem escolhido”, acredita. Ele ressalta que não se pode comparar as duas novelas, por terem sido adaptadas de formas diferentes e em épocas diferentes. “A versão da Record é mais fiel ao livro de Bernardo Guimarães. Teremos mais personagens também”, conta.

      Aposentadoria? “Nem pensar! Quero trabalhar minha vida inteira”, responde. Em novembro, ele volta ao teatro para uma curta temporada de duas semanas com Galeria Metrópole e não descarta a possibilidade de um dia voltar para a TV Globo. “Devemos estar onde é melhor para nós. Hoje, o melhor para mim é a Record, mas isso não invalida que um ia possa voltar a ser a Globo”, afirma.

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        Rubens de Falco interpretará o Comendador Almeida, pai do maléfico Leôncio, personagem que ele viveu na versão da Globo. “É um presente estar participando dessa produção. O convite de Herval Rossano (o diretor) me fez muito feliz. Escrava Isaura marcou toda a minha trajetória de uma forma muito boa”, disse o ator ao Jornal de Brasília. O papel de Leôncio ficou com Leopoldo Pacheco, que, na opinião de Rubens, também interpretará muito bem.

        Sobre os 28 anos que se passaram, o artista é categórico. “Prefiro o Rubens de hoje. Com a idade, ganhamos experiência e aprendizado”, diz o ator, que tem 53 anos de carreira e completa 73 de idade amanhã. “Não se assuste! É que quando fiz o Leôncio já tinha 45.” A maturidade dos 40 anos, acredita Rubens, foi um dos fatores decisivos para o sucesso do personagem.

        Rubens diz que Leôncio ficou no imaginário popular, “parece que só fiz isso na vida”. Mas não, após Escrava Isaura ele participou de outras novelas e produções para TV, de um total de 32, entre elas Dona Xepa e A Sucessora. Ao todo foram 50 peças de teatro e mais de 20 filmes.

        EsperançaQuando começaram as gravações, sob direção de Herval Rossano, Rubens estava em cartaz com a peça Galeria Metrópole. “Foram duas semanas de trabalho intenso. Foi pesado. Mas agora estou me dedicando somente à novela”.

        A maioria das cenas iniciais teve como cenário a Fazenda Santa Gertrudes, em Rio Claro, no interior do Estado de São Paulo. Distante 168 km da capital, a propriedade ocupa 847 hectares e compreende casa grande, usina de força e até igreja. Como a fazenda não possui senzala, a produção improvisou uma no porão da casa grande. Recentemente, a Santa Gertrudes serviu de fazenda para Francisca Mão-de-Ferro, personagem de Lúcia Veríssimo em Esperança, da Globo. Hoje, faz as vezes de casa do Comendador Almeida.

        “A Record está apostando muito alto na novela e no setor de dramaturgia de um modo geral. Estamos trabalhando com carta branca. Sempre temos nossos pedidos atendidos. É bom trabalhar assim”, revela o ator. Os equipamentos usados são de última geração. “Isso é bom para todo mundo. Para o público, principalmente, e para todos os trabalhadores que dependem desse mercado”, explica.

        Aposentadoria Para Rubens de Falco, outro fator fundamental é trabalhar com Herval Rossano. “Ele é um grande diretor. Sempre que trabalhamos juntos os projetos são um sucesso”, elogia.

        Quanto à escolha de Bianca Rinaldi para viver a protagonista, ele tem certeza de que foi uma boa aposta. “Herval não erra nunca. Todo o elenco foi bem escolhido”, acredita. Ele ressalta que não se pode comparar as duas novelas, por terem sido adaptadas de formas diferentes e em épocas diferentes. “A versão da Record é mais fiel ao livro de Bernardo Guimarães. Teremos mais personagens também”, conta.

        Aposentadoria? “Nem pensar! Quero trabalhar minha vida inteira”, responde. Em novembro, ele volta ao teatro para uma curta temporada de duas semanas com Galeria Metrópole e não descarta a possibilidade de um dia voltar para a TV Globo. “Devemos estar onde é melhor para nós. Hoje, o melhor para mim é a Record, mas isso não invalida que um ia possa voltar a ser a Globo”, afirma.

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          Tal pai, tal filho

          Arquivo Geral

          19/01/2004 0h00

          Cada vez mais parecidos um com o outro, Tarcísio Meira e Tarcísio Filho estão no vigor do reinado da maldade. Na televisão, claro. Tarcisinho em Chocolate com Pimenta e Tarcísio pai na minissérie Um Só Coração, ambas as tramas da Globo, os dois atacam de vilões da década de 20.

          Na pele de Sebástian, Tarcisinho é aquele que quer se dar bem, não importa como nem com quem: capricha nas armações para ficar rico. “É um pilantra engraçado e faz parte da corja de vilões da cidade”, conta o ator.

          Tarcísio Filho entrou de mansinho na novela das seis e, pouco a pouco, foi roubando a cena. O resultado é um personagem rico, sem qualquer escrúpulo mas com um acento bastante divertido. “Ele abusa do cinismo”, completa.

          Já Tarcísio Meira, o mau-caráter Coronel Totonho Sousa Borba de Um Só Coração, pelo menos até agora não abriu caminho para seu personagem assumir as tintas do humor – algo que soube compor muito bem como o vampiro Bóris de O Beijo do Vampiro, também na Globo.

          Totonho tem prazer em humilhar todos a sua volta, incluindo seus filhos. “Coronel Totonho está no limiar entre a sanidade e a loucura”, define Tarcísio. “Ele representa a aristocracia rural que reinou em São Paulo durante anos”.

          Sem querer ver seu trabalho comparado ao do pai, Tarcísio Filho diz que o fato de os dois personagens serem maus e viverem na mesma época é apenas uma coincidência: “Os tons dos trabalhos são muito diferentes, e o fato de a gente ser parecido é apenas uma condição genética”.

          Em comum entre eles, também, está o talento com que ambos interpretam seus respectivos papéis. O pai, como sempre, se supera na pele de um milionário que menospreza o filho porque acha que ele é gay e que, ao perder toda a fortuna com a crise de 1929, vai cometer suicídio. E o filho ainda promete momentos hilários na novelinha das seis.

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            Tarcísio Filho entrou de mansinho na novela das seis e, pouco a pouco, foi roubando a cena. O resultado é um personagem rico, sem qualquer escrúpulo mas com um acento bastante divertido. “Ele abusa do cinismo”, completa.

            Já Tarcísio Meira, o mau-caráter Coronel Totonho Sousa Borba de Um Só Coração, pelo menos até agora não abriu caminho para seu personagem assumir as tintas do humor – algo que soube compor muito bem como o vampiro Bóris de O Beijo do Vampiro, também na Globo.

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