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S.W.A.T. é puro show pirotécnico

Arquivo Geral

08/12/2003 0h00

Mais explosiva, mais barulhenta, mais “moderna”. A versão cinematográfica para o seriado de sucesso da TV norte-americana nos anos 70, S.W.A.T. (Specials Weapons and Tatics, que, na tradução brasileira, recebeu o nome de Comando Tático Especial) ganhou versão porreta e vitaminada para a telona. Esqueça os dilemas psicológicos dos protagonistas, as eventuais cenas de amor, o suspense, as estratégias de negociação com a bandidagem. Esqueça até a tradicional e característica música-tema (aquela do tananã-tananã-tananã-tananã-nanã). A S.W.A.T. (batalhão de elite da Polícia de Los Angeles, EUA) do século 21 é outra. É radical, violenta, ambiciosa e apressada, numa ação em que os soldados (há uma mulher e um negro na equipe, sinal dos novos tempos) tentam escoltar perigoso e cínico bandido internacional que oferece a bagatela de US$ 100 milhões para quem o libertar. Na ânsia para conter a ganância dos cidadãos americanos, metamorfoseados em caçadores de recompensa, a produção “explosiva” não explora o lado humano dos personagens e dá vazão tão somente a um verdadeiro show pirotécnico em edição de videoclipe. Sinal dos tempos, já disse.

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    Arquivo Geral

    08/12/2003 0h00

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