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Superação dos limites

Arquivo Geral

12/08/2005 0h00

Aintenção do documentário brasileiro Extremo Sul era acompanhar a conquista do monte Sarmiento, no Chile, pela primeira vez por uma equipe de alpinistas sul-americanos. O que parece, à primeira vista, ser um daqueles amenos programas de canais a cabo, repletos de paisagens de cartão-postal, se transforma na crônica de uma expedição fadada ao fracasso, sem que se perca, porém, o interesse pelo material humano que os diretores Monica Schmiedt e Sylvestre Campe abordam na película. O filme estreou na programação do Festival Internacional de Cinema de Brasília há duas semanas e entra hoje no circuito comercial da cidade, com sessões diárias na Academia de Tênis.

No início do documentário, o time formado pelos brasileiros Nelson Barretta e Ronaldo Franzen Jr.; os argentinos Eduardo Hugo López e Walter Rossini; e o chileno Julio Contreras é pura alegria, especialmente nos preparativos para a aventura que sempre sonharam: escalar o monte Sarmiento, de 2,4 quilômetros de altura, no extremo sul da Patagônia chilena. O cume da montanha só foi alcançado duas vezes – aprimeira, em 1956, por alpinistas italianos e, em 1995, por escaladores australianos, ingleses e americanos.

Dia a dia, no acampamento despojado que montaram na base da montanha, os cinco amigos só esperam um dia de céu azul para iniciar a escalada, numa região em que chove 340 dias por ano, assolada pelo frio, nevascas e ventos permanentes. Entretanto, há bem mais do que incertezas meteorológicas a temer. Uma frase de um dos alpinistas do grupo de apoio que acompanha os montanhistas desencadeia a desarticulação do projeto. E os próprios cineastas e técnicos da filmagem tornam-se personagens de uma aventura que flerta com o fracasso e a decepção.

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    No início do documentário, o time formado pelos brasileiros Nelson Barretta e Ronaldo Franzen Jr.; os argentinos Eduardo Hugo López e Walter Rossini; e o chileno Julio Contreras é pura alegria, especialmente nos preparativos para a aventura que sempre sonharam: escalar o monte Sarmiento, de 2,4 quilômetros de altura, no extremo sul da Patagônia chilena. O cume da montanha só foi alcançado duas vezes – aprimeira, em 1956, por alpinistas italianos e, em 1995, por escaladores australianos, ingleses e americanos.

    Dia a dia, no acampamento despojado que montaram na base da montanha, os cinco amigos só esperam um dia de céu azul para iniciar a escalada, numa região em que chove 340 dias por ano, assolada pelo frio, nevascas e ventos permanentes. Entretanto, há bem mais do que incertezas meteorológicas a temer. Uma frase de um dos alpinistas do grupo de apoio que acompanha os montanhistas desencadeia a desarticulação do projeto. E os próprios cineastas e técnicos da filmagem tornam-se personagens de uma aventura que flerta com o fracasso e a decepção.

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