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Squema Seis lança primeiro CD em 20 anos de carreira

Arquivo Geral

06/05/2004 0h00

Os incansáveis músicos da mais tradicional banda de baile de Brasília, Squema Seis, lança seu primeiro CD hoje, num show fechado na Sala Martins Penna do Teatro Nacional. Apesar de o público não poder participar do lançamento, o disco intitulado Cola no Meu Colo chega às principais lojas da cidade na próxima semana, pela gravadora independente OZ Studio.

Esse é o primeiro CD em 20 anos de carreira do grupo, porém, o segundo da discografia, se contabilizado o LP Squema Seis, lançado em 1991 pela Continental. “Nessa época ficou a vontade de fazer um novo trabalho. Chegamos a gravar três discos, mas os projetos foram interrompidos por vários motivos”, diz o saxofonista Zezinho, integrante da banda desde 1989.

Para o vocalista Maurício Tuchal, único membro remanescente da formação original, o Squema Seis está com o ânimo renovado. “Estamos retomando a direção da banda. Estamos com uma nova vontade e uma nova energia”, conta o fundador do grupo.

Em Cola no Meu Colo, o Squema Seis apresenta uma seleção de músicas de compositores brasilienses. Zezinho define o disco como uma uma homenagem aos compositores de Brasília e à cidade. “As músicas são filhas do movimento cultural de Brasília da década de 80”, acrescenta.

A faixa de abertura, Estrela Cadente, resume a proposta do álbum. A canção dançante de Edbert e Paulo Maciel é um dos principais hits da banda Mel da Terra, de carreira consagrada na época da Geração Coca-Cola. Além dessa, entram no repertório Um Telefone é Muito Pouco (do baiano radicado em Brasília Renato Matos), O Portão da Sua Casa (Goya) e Pra Longe do Paranoá, um presende de Oswaldo Montenegro para a banda, como diz Maurício. “Tivemos a felicidade de Oswaldo ceder para nós essa composição”, congratula-se.

O novo trabalho em disco não foge ao estilo do Squema Seis e mostra em estúdio a mesma energia de um show ao vivo. Ao longo de 11 faixas, a consagrada banda da noite candanga consegue reunir uma maioria de músicas dançantes. “Fizemos um CD que nos agradasse, mas tivemos o cuidado de fazer ao gosto do público”, garante Maurício.

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    06/05/2004 0h00

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    Esse é o primeiro CD em 20 anos de carreira do grupo, porém, o segundo da discografia, se contabilizado o LP Squema Seis, lançado em 1991 pela Continental. “Nessa época ficou a vontade de fazer um novo trabalho. Chegamos a gravar três discos, mas os projetos foram interrompidos por vários motivos”, diz o saxofonista Zezinho, integrante da banda desde 1989.

    Para o vocalista Maurício Tuchal, único membro remanescente da formação original, o Squema Seis está com o ânimo renovado. “Estamos retomando a direção da banda. Estamos com uma nova vontade e uma nova energia”, conta o fundador do grupo.

    Em Cola no Meu Colo, o Squema Seis apresenta uma seleção de músicas de compositores brasilienses. Zezinho define o disco como uma uma homenagem aos compositores de Brasília e à cidade. “As músicas são filhas do movimento cultural de Brasília da década de 80”, acrescenta.

    A faixa de abertura, Estrela Cadente, resume a proposta do álbum. A canção dançante de Edbert e Paulo Maciel é um dos principais hits da banda Mel da Terra, de carreira consagrada na época da Geração Coca-Cola. Além dessa, entram no repertório Um Telefone é Muito Pouco (do baiano radicado em Brasília Renato Matos), O Portão da Sua Casa (Goya) e Pra Longe do Paranoá, um presende de Oswaldo Montenegro para a banda, como diz Maurício. “Tivemos a felicidade de Oswaldo ceder para nós essa composição”, congratula-se.

    O novo trabalho em disco não foge ao estilo do Squema Seis e mostra em estúdio a mesma energia de um show ao vivo. Ao longo de 11 faixas, a consagrada banda da noite candanga consegue reunir uma maioria de músicas dançantes. “Fizemos um CD que nos agradasse, mas tivemos o cuidado de fazer ao gosto do público”, garante Maurício.

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