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Soul como nos bons tempos

Arquivo Geral

08/11/2004 0h00

Ela tem apenas 17 anos, mas tem um vozeirão respeitável que lembra as cantoras americanas de soul music. A inglesinha Joss Stone está de volta à cena com seu segundo trabalho, Mind, Body and Soul, que, não sem motivo, está entre os dez mais vendidos na Grã-Bretanha.

Fazendo pose, a cantora afirma que este disco é, na verdade a sua estréia verdadeira, já que o primeiro The Soul Sessions, de 2003, era, para a mocinha, uma espécie de “projeto paralelo” que foi além do que ela imaginava. Muito além.

A nova diva não está totalmente errada. Afinal, se o primeiro trabalho trazia uma experiência empolgante da cantora diante de pérolas da soul music, o segundo alcança Stone em uma precoce plenitude vocal e irradiante. A branquinha de voz negra parece ter acertado em cheio.

Em Mind, Body and Soul, a capa, a música, os arranjos e as interpretações soam um tanto retrô, meio anos 70. Mas, esse é um dos grandes charmes e delícia do disco. A herdeira de Aretha Franklin, com quem é comparada, mostra que tem talento ao passear por diversos ritmos, o que torna este álbum bem diferente do anterior.

Já na primeira música, a loirinha arrasa quarteirão com Right to be Wrong, um belo soul em estilão clássico, um dos destaques do disco. Less is More é um reggae lento e sensual. A bela You Had Me, que conta com os ótimos Nile Rodgers, na bateria, Jack Daley, no baixo e Cindy Blackman, na bateria, é para dançar agarradinho no melhor estilo dos bailes setentistas.

Os músicos do CD, aliás, são um caso a parte. Contando com o auxílio luxuoso do pianista Benny Latimore, do baterista ?uestlove (The Roots) e da cantora Betty Wright, Joss Stone só poderia fazer mesmo sua divina voz levar o ouvinte ao nirvana. (Rubens Araújo)

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    Arquivo Geral

    08/11/2004 0h00

    Ela tem apenas 17 anos, mas tem um vozeirão respeitável que lembra as cantoras americanas de soul music. A inglesinha Joss Stone está de volta à cena com seu segundo trabalho, Mind, Body and Soul, que, não sem motivo, está entre os dez mais vendidos na Grã-Bretanha.

    Fazendo pose, a cantora afirma que este disco é, na verdade a sua estréia verdadeira, já que o primeiro The Soul Sessions, de 2003, era, para a mocinha, uma espécie de “projeto paralelo” que foi além do que ela imaginava. Muito além.

    A nova diva não está totalmente errada. Afinal, se o primeiro trabalho trazia uma experiência empolgante da cantora diante de pérolas da soul music, o segundo alcança Stone em uma precoce plenitude vocal e irradiante. A branquinha de voz negra parece ter acertado em cheio.

    Em Mind, Body and Soul, a capa, a música, os arranjos e as interpretações soam um tanto retrô, meio anos 70. Mas, esse é um dos grandes charmes e delícia do disco. A herdeira de Aretha Franklin, com quem é comparada, mostra que tem talento ao passear por diversos ritmos, o que torna este álbum bem diferente do anterior.

    Já na primeira música, a loirinha arrasa quarteirão com Right to be Wrong, um belo soul em estilão clássico, um dos destaques do disco. Less is More é um reggae lento e sensual. A bela You Had Me, que conta com os ótimos Nile Rodgers, na bateria, Jack Daley, no baixo e Cindy Blackman, na bateria, é para dançar agarradinho no melhor estilo dos bailes setentistas.

    Os músicos do CD, aliás, são um caso a parte. Contando com o auxílio luxuoso do pianista Benny Latimore, do baterista ?uestlove (The Roots) e da cantora Betty Wright, Joss Stone só poderia fazer mesmo sua divina voz levar o ouvinte ao nirvana. (Rubens Araújo)

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