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Sobre Brasília e suas Marias

Arquivo Geral

23/11/2004 0h00

Os anos de experiência como documentarista dão lugar à sede de aventura do cineasta paulista radicado em Brasília, Renato Barbieri, que apresenta, hoje, pela primeira vez para o grande público, o seu primeiro longa-metragem de ficção, As Vidas de Maria. O filme abre o 37º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. “Será a primeira exibição em que poderemos ver a reação da platéia”, diz Barbieri, sem esconder a ansiedade.

A exibição do filme de Barbieri – que não participa da mostra competitiva em 35 mm – não ficará restrito à primeira noite. As Vidas de Maria será exibido na quinta-feira, dia 25 (no Centro Cultural Sesi de Taguatinga, às 20h) e sábado, dia 27 (no Cine Brasília, às 16h30), com entrada franca, dentro da programação da Mostra Brasília, que premiará com R$ 50 mil a melhor produção entre os brasilienses.

A noite de abertura é tão somente um aperitivo se comparado à maratona de produções que movimentarão a cena cultural da cidade até o dia 30 deste mês. A corrida pelo troféu Candango começa somente amanhã, quando entrarão na disputa seis longas-metragens, 12 curtas em 35mm e 20 curtas em 16mm. No primeiro dia de mostra competitiva, serão exibidos os curtas-metragens Vinil Verde, de Kléber Mendonça (PE), e Desventuras de um Dia Ou a Vida Não é um Comercial de Margarina, de Adriana Meirelles (SP); e o documentário em longa-metragem 500 Almas, de Joel Pizzini (SP).

ruiva A bela personagem Maria, peça central da fita de Barbieri, é personificada pela ruiva Ingra Liberato (que também assina a produção associada do filme). A vida de Maria, ou melhor, as Marias da história de Barbieri (que contou com roteiro do premiadíssimo Di Moretti, de Latitude Zero) acompanham o dia-a-dia de Brasília. Maria e a capital federal nasceram no mesmo dia, 21 de abril de 1960. Ao longo desse tempo, Maria e Brasília dividem crises, momentos e fatos importantes. Acima de tudo, elas aprendem que, para se manterem vivas, é preciso estar sempre em transformação.

As Vidas de Maria é um filme único no que concerne à capital como cidade plural, de pessoas vindas de todas as partes do Brasil. A produção revela que Brasília deixou de ser, há tempos, um dormitório de políticos. “Brasília é muito mais que isso”, afirma Barbieri. “Eu acredito que é possível mudar esse estigma de cidade do Congresso”, completa.

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    23/11/2004 0h00

    Os anos de experiência como documentarista dão lugar à sede de aventura do cineasta paulista radicado em Brasília, Renato Barbieri, que apresenta, hoje, pela primeira vez para o grande público, o seu primeiro longa-metragem de ficção, As Vidas de Maria. O filme abre o 37º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. “Será a primeira exibição em que poderemos ver a reação da platéia”, diz Barbieri, sem esconder a ansiedade.

    A exibição do filme de Barbieri – que não participa da mostra competitiva em 35 mm – não ficará restrito à primeira noite. As Vidas de Maria será exibido na quinta-feira, dia 25 (no Centro Cultural Sesi de Taguatinga, às 20h) e sábado, dia 27 (no Cine Brasília, às 16h30), com entrada franca, dentro da programação da Mostra Brasília, que premiará com R$ 50 mil a melhor produção entre os brasilienses.

    A noite de abertura é tão somente um aperitivo se comparado à maratona de produções que movimentarão a cena cultural da cidade até o dia 30 deste mês. A corrida pelo troféu Candango começa somente amanhã, quando entrarão na disputa seis longas-metragens, 12 curtas em 35mm e 20 curtas em 16mm. No primeiro dia de mostra competitiva, serão exibidos os curtas-metragens Vinil Verde, de Kléber Mendonça (PE), e Desventuras de um Dia Ou a Vida Não é um Comercial de Margarina, de Adriana Meirelles (SP); e o documentário em longa-metragem 500 Almas, de Joel Pizzini (SP).

    ruiva A bela personagem Maria, peça central da fita de Barbieri, é personificada pela ruiva Ingra Liberato (que também assina a produção associada do filme). A vida de Maria, ou melhor, as Marias da história de Barbieri (que contou com roteiro do premiadíssimo Di Moretti, de Latitude Zero) acompanham o dia-a-dia de Brasília. Maria e a capital federal nasceram no mesmo dia, 21 de abril de 1960. Ao longo desse tempo, Maria e Brasília dividem crises, momentos e fatos importantes. Acima de tudo, elas aprendem que, para se manterem vivas, é preciso estar sempre em transformação.

    As Vidas de Maria é um filme único no que concerne à capital como cidade plural, de pessoas vindas de todas as partes do Brasil. A produção revela que Brasília deixou de ser, há tempos, um dormitório de políticos. “Brasília é muito mais que isso”, afirma Barbieri. “Eu acredito que é possível mudar esse estigma de cidade do Congresso”, completa.

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