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Sistema de projeção digital chega aos cinemas

Arquivo Geral

27/12/2003 0h00

Preparem a pipoca, cinéfilos. Vocês estão prestes a assistir a uma das melhores sequências do cinema em anos: o cinema digital. Depois de anos de falatório em Hollywood, 2004 poderá ser finalmente o divisor de águas para o cinema digital.

Uma alta recente nos investimentos pelas cadeias de cinema e empresas de tecnologia significa que o número de projetores digitais nos cinemas vai mais do que dobrar nos próximos 12 meses, para mais de 400 salas na Inglaterra, informa a Screen Digest, uma empresa de pesquisa do mercado de mídia britânica.

“A imagem digital é mais brilhante, mais precisa, as cores são mais vibrantes e a imagem é um pouco mais estável”, disse Patrick von Sychowski, analista da Screen Digest. Não há garantias de que a tecnologia tornará o próximo filme de Jennifer Lopez e Ben Affleck mais palatável, mas pelo menos a imagem será melhor.

Como sempre, quando a arte e a tecnologia colidem, surgem obstáculos. Os custos de instalação para os cinemas digitais são altos e os grandes estúdios estão relutantes em produzir filmes totalmente digitalizados até que padrões tecnológicos sejam definidos e medidas antipirataria funcionem.

Mas, os operadores de cinema, ansiosos para exibir seus novos projetores ao público, não vão esperar por Hollywood. Várias cadeias européias começaram a mostrar concertos de rock, documentários e longas independentes digitais.

“A nova tecnologia, acreditamos, dá ao realizador local a chance de exibir a uma audiência maior. Os filmes que não conseguimos ver no modelo de distribuição de 35 milímetros terão mais chances”, disse Steve Perrin, chefe de distribuição e exibição do Conselho de Cinema do Reino Unido.

O projeto já está saindo do papel. O conselho investiu cerca de US$ 39 milhões para subvencionar 250 salas digitais pelo Reino Unido até 2005. É esperar para ver. E torcer para tudo isso chegar logo aos cinemas do Brasil.

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    27/12/2003 0h00

    Preparem a pipoca, cinéfilos. Vocês estão prestes a assistir a uma das melhores sequências do cinema em anos: o cinema digital. Depois de anos de falatório em Hollywood, 2004 poderá ser finalmente o divisor de águas para o cinema digital.

    Uma alta recente nos investimentos pelas cadeias de cinema e empresas de tecnologia significa que o número de projetores digitais nos cinemas vai mais do que dobrar nos próximos 12 meses, para mais de 400 salas na Inglaterra, informa a Screen Digest, uma empresa de pesquisa do mercado de mídia britânica.

    “A imagem digital é mais brilhante, mais precisa, as cores são mais vibrantes e a imagem é um pouco mais estável”, disse Patrick von Sychowski, analista da Screen Digest. Não há garantias de que a tecnologia tornará o próximo filme de Jennifer Lopez e Ben Affleck mais palatável, mas pelo menos a imagem será melhor.

    Como sempre, quando a arte e a tecnologia colidem, surgem obstáculos. Os custos de instalação para os cinemas digitais são altos e os grandes estúdios estão relutantes em produzir filmes totalmente digitalizados até que padrões tecnológicos sejam definidos e medidas antipirataria funcionem.

    Mas, os operadores de cinema, ansiosos para exibir seus novos projetores ao público, não vão esperar por Hollywood. Várias cadeias européias começaram a mostrar concertos de rock, documentários e longas independentes digitais.

    “A nova tecnologia, acreditamos, dá ao realizador local a chance de exibir a uma audiência maior. Os filmes que não conseguimos ver no modelo de distribuição de 35 milímetros terão mais chances”, disse Steve Perrin, chefe de distribuição e exibição do Conselho de Cinema do Reino Unido.

    O projeto já está saindo do papel. O conselho investiu cerca de US$ 39 milhões para subvencionar 250 salas digitais pelo Reino Unido até 2005. É esperar para ver. E torcer para tudo isso chegar logo aos cinemas do Brasil.

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