Fã de Sílvio Santos, Adriane garante não fazer o estilo puxa-saco. “É curioso ter um patrão que faz a mesma coisa que você”, acredita a loura, que recebeu o Troféu Imprensa de melhor apresentadora há dois anos de Sílvio e o conheceu aos 10 anos, quando cantou no Domingo no Parque a trilha da novela Chispita. “É diferente de outras relações entre chefe e empregado. Com ele, não existe distância. Ele entende exatamente o que faço”.
Já estão fechados três games, com convidados famosos e participação do público, pelo auditório, Internet ou telefone. “Os convidados respondem a perguntas de conhecimentos gerais”, explica. “No telefone, serão as de curiosidades. Terão que adivinhar, por exemplo, o nome verdadeiro de uma atriz, como Fernanda Montenegro (Arlete). O prêmio é de R$ 100. E acumula se não acertarem”.
Adriane começou como modelo aos 9 anos e também já cantou no grupo Meia-Soquete até os 17. Mas não pensa em dar palhinha no ar. “Pelo amor de Deus!”, diverte-se. “Tenho três discos gravados, aliás, LPs. É melhor deixar isso lá para trás”.
No SBT, Adriane continua com o time que já acompanha há anos: o maquiador e cabeleireiro Tom Reis, o figurinista Thiddy Alves, o empresário e amigo Nelson Sacho e a pauteira Paulinha. Dos que trabalharam com ela na Record, o repórter Zé Luís e o ator Eduardo Martini, também amigo dela, vieram para o novo canal. Tudo em família.