Menu
Promoções

Silvio de Abreu é acusado de plágio

Arquivo Geral

01/12/2005 0h00

OMinistério Público do Rio de Janeiro deu parecer favorável à escritora Leda Prado sobre a acusação de plágio contra o novelista da Globo Silvio de Abreu, autor da novela Belíssima. O MP afirmou que as provas apresentadas são verdadeiras, mas poderá não dar prosseguimento ao caso. De acordo com a escritora, um roteiro escrito por ela, que estava na Biblioteca Nacional, no Rio, teria sido roubado do local. Ela afirma que a história e alguns personagens da novela são iguais aos criados por ela.

Leda entrou com uma “peça de informação” no MP, quando ainda não há processo ou provas suficientes para se julgar um caso. A “peça” foi encaminhada à 23ª Vara Criminal, onde um juiz deverá analisá-la e decidir se arquiva ou não a história. Silvio de Abreu foi acusado de três crimes: contra a Constituição do País, contra o patrimônio cultural e contra a boa-fé.

Se for condenado, a pena poderá ser revertida em cestas básicas e atividades sociais. O novelista terá de comparecer à 23ª Vara Criminal para prestar esclarecimentos sobre o caso. Leda Prado, que foi co-autora na Globo, participou de um concurso de roteiros da emissora, em 1998, e entregou uma sinopse de 10 capítulos com a mesma história de Belíssima. “O tema era beleza e havia uma fábrica de lingeries”, disse Sylvio Guerra, advogado de Leda Prado.

O caso foi encaminhado pelo MP do Rio ao Tribunal de Justiça do estado. A promotora que avalia o caso não quis confirmar se a sua conclusão foi favorável ou contrária à escritora.

O Tribunal de Justiça do Rio não soube informar para qual vara criminal o processo foi enviado. Tanto Silvio de Abreu quanto a Globo dizem que não foram citados judicialmente.

    Você também pode gostar

    Silvio de Abreu é acusado de plágio

    Arquivo Geral

    01/12/2005 0h00

    OMinistério Público do Rio de Janeiro deu parecer favorável à escritora Leda Prado sobre a acusação de plágio contra o novelista da Globo Silvio de Abreu, autor da novela Belíssima. O MP afirmou que as provas apresentadas são verdadeiras, mas poderá não dar prosseguimento ao caso. De acordo com a escritora, um roteiro escrito por ela, que estava na Biblioteca Nacional, no Rio, teria sido roubado do local. Ela afirma que a história e alguns personagens da novela são iguais aos criados por ela.

    Leda entrou com uma “peça de informação” no MP, quando ainda não há processo ou provas suficientes para se julgar um caso. A “peça” foi encaminhada à 23ª Vara Criminal, onde um juiz deverá analisá-la e decidir se arquiva ou não a história. Silvio de Abreu foi acusado de três crimes: contra a Constituição do País, contra o patrimônio cultural e contra a boa-fé.

    Se for condenado, a pena poderá ser revertida em cestas básicas e atividades sociais. O novelista terá de comparecer à 23ª Vara Criminal para prestar esclarecimentos sobre o caso. Leda Prado, que foi co-autora na Globo, participou de um concurso de roteiros da emissora, em 1998, e entregou uma sinopse de 10 capítulos com a mesma história de Belíssima. “O tema era beleza e havia uma fábrica de lingeries”, disse Sylvio Guerra, advogado de Leda Prado.

    O caso foi encaminhado pelo MP do Rio ao Tribunal de Justiça do estado. A promotora que avalia o caso não quis confirmar se a sua conclusão foi favorável ou contrária à escritora.

    O Tribunal de Justiça do Rio não soube informar para qual vara criminal o processo foi enviado. Tanto Silvio de Abreu quanto a Globo dizem que não foram citados judicialmente.

      Você também pode gostar

      Assine nossa newsletter e
      mantenha-se bem informado