Isabel fala com facilidade sobre o fato de ser sex symbol. “Fiz a Playboy (1996) muito mais para quebrar o tabu forte que tinha com o nu. Foi a quinta revista mais vendida da história deles e acho que seria difícil superar um trabalho como aquele”, conta a atriz, que fotografou sem roupa no Marrocos. “Hoje, pensaria muito antes de fazer, mas não digo não. Vai que rola uma proposta legal?”, instiga Isabel.
Ela garante que nunca se arrependeu de ter diminuído os seios. “Imagina! Não usava camiseta, nem vestidos de alça. Não tinha como usar sem sutiã. Sempre tive corpão. Com 12 anos, era uma mulherão, com seios fartos, pernão, quadrilzão. Com 20 anos, era uma loucura. Quando fiz a Ritinha, tinha os seios grandes, fiz a operação depois”, conta ela, que mudou o jeito de se vestir: “Agora, uso os decotes da vida, minissaia, coisas que não gostava muito antes.”
Isabel diz que o marido, Júlio César, com quem está há quatro anos, entende quando ela tem cena de beijo. “Ele me ajuda e ainda estuda os textos comigo. Eurídice é muito quente”, diverte-se. “Ela tem sensualidade, mas essa não é sua primeira característica”.