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Sem truques, é tudo verdade

Arquivo Geral

26/06/2004 0h00

Quanto um clube estrangeiro ofereceria, hoje, ao Santos, para levar Pelé? Haveria dinheiro que pagasse o valor de Pelé? Se Pelé foi rei numa época sem internet e tevê a cabo, como seria chamado e tratado em nossos dias?

Estas e inúmeras perguntas inquientam aqueles (como eu) que jamais viram uma atuação ao vivo de Pelé. E têm, em Pelé Eterno, a oportunidade de desvendá-lo num documentário que não é ficção. É realidade. À exceção de dois golaços reconstituídos devido à falta de registros da época – uma pena.

Quem nunca assistiu a um concerto ao vivo de Pelé, e se embriaga com seus gols e lances extraordinários, tem vontade de mandar prender os marqueteiros, dirigentes e até mesmo jornalistas de plantão que alardeiam alguns jogadores comuns – para não dizer penas-de-pau – de nosso tempo, se comparados a Pelé.

Certamente você já ouviu um jovem atacante do Santos ser chamado de “Robinho Arantes do Nascimento” numa dessas mesas-redondas dominicais. Uma blasfêmia aos olhos de quem curte Pelé Eterno. E um desrespeito a Robinho. Afinal, o Fenômeno, este sim, fazia gols fabulosos de cabeça, perna direita, esquerda, falta, pênalti, escanteio… Robinho é assim? Logico que não. E jamais será!

Para os súditos que pretendem ir ao cinema, um conselho: pode levar a sério a história que seu pai, tio, avô, lhe contou algum dia. Pois o Robinho que andam vendendo por aí aparece de 5 em 5 anos no planeta bola. Um Ronaldo, ou Ronaldinho Gaúcho, de 25 em 25. Um Zico, com muito custo, de cem em cem. Um Maradona, ou Garrincha, talvez, de 500 em 500 anos. Mas outro Pelé, nunca mais! Ele não é lenda. É fato.

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    26/06/2004 0h00

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    Estas e inúmeras perguntas inquientam aqueles (como eu) que jamais viram uma atuação ao vivo de Pelé. E têm, em Pelé Eterno, a oportunidade de desvendá-lo num documentário que não é ficção. É realidade. À exceção de dois golaços reconstituídos devido à falta de registros da época – uma pena.

    Quem nunca assistiu a um concerto ao vivo de Pelé, e se embriaga com seus gols e lances extraordinários, tem vontade de mandar prender os marqueteiros, dirigentes e até mesmo jornalistas de plantão que alardeiam alguns jogadores comuns – para não dizer penas-de-pau – de nosso tempo, se comparados a Pelé.

    Certamente você já ouviu um jovem atacante do Santos ser chamado de “Robinho Arantes do Nascimento” numa dessas mesas-redondas dominicais. Uma blasfêmia aos olhos de quem curte Pelé Eterno. E um desrespeito a Robinho. Afinal, o Fenômeno, este sim, fazia gols fabulosos de cabeça, perna direita, esquerda, falta, pênalti, escanteio… Robinho é assim? Logico que não. E jamais será!

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