Menu
Promoções

Sem ritmo de festa

Arquivo Geral

15/11/2004 0h00

Hoje, que é feriado, a Rede TV! comemora cinco anos. Não haverá festa. Até porque, a ordem agora é apagar alguns focos de incêndio, apostar as fichas no atual acervo (cast e programas) e torcer pelo sucesso de uma nova investida no campo esportivo. Comandada pelos empresários Amilcare Dallevo e Marcelo Carvalho, que ficaram conhecidos, tempos atrás, pela criação do serviço 0900, a emissora, que deu lugar à Manchete, ainda não possui uma grade que lhe permita brigar por melhores posições no ranking de audiência. Ainda vive de “pegadinhas”, com João Kleber e Luciana Gimenez, exibe um grotesco Eu Vi na TV, também com Kleber, faz incursões pelo mundo esportivo e automobilístico (Fórmula Mundial), e tem no Jornalismo, liderado por José Emílio Ambrósio, o seu melhor produto – apesar de não contar com correspondentes ou repórteres especiais. Esta é a Rede TV!, que, ao contrário do seu slogan, não é a rede que mais cresce no País. Mas se vira como pode. No momento, está envolvida numa guerra de liminares, contra a agência de marketing esportivo Topsports, pelos direitos de transmissão da Liga dos Campeões da Europa; prepara-se para o lançamento de uma programação esportiva, que inclui vôlei e futebol de campo e de salão; planeja, para 2005, uma comédia de situações com Gimenez; e se permite ser criticada por seus próprios funcionários, como Clodovil, recentemente. Ele disse no ar que não recebe cesta básica. Trata-se de um canal de TV no mínimo diferente. Porém, também necessita de uma programação séria para atrair grandes anunciantes. Sem eles, não há como sobreviver nem manter os seus mais de mil funcionários. E chega de tanto amadorismo, porque televisão é um brinquedo caro.

    Você também pode gostar

    Sem ritmo de festa

    Arquivo Geral

    15/11/2004 0h00

    Hoje, que é feriado, a Rede TV! comemora cinco anos. Não haverá festa. Até porque, a ordem agora é apagar alguns focos de incêndio, apostar as fichas no atual acervo (cast e programas) e torcer pelo sucesso de uma nova investida no campo esportivo. Comandada pelos empresários Amilcare Dallevo e Marcelo Carvalho, que ficaram conhecidos, tempos atrás, pela criação do serviço 0900, a emissora, que deu lugar à Manchete, ainda não possui uma grade que lhe permita brigar por melhores posições no ranking de audiência. Ainda vive de “pegadinhas”, com João Kleber e Luciana Gimenez, exibe um grotesco Eu Vi na TV, também com Kleber, faz incursões pelo mundo esportivo e automobilístico (Fórmula Mundial), e tem no Jornalismo, liderado por José Emílio Ambrósio, o seu melhor produto – apesar de não contar com correspondentes ou repórteres especiais. Esta é a Rede TV!, que, ao contrário do seu slogan, não é a rede que mais cresce no País. Mas se vira como pode. No momento, está envolvida numa guerra de liminares, contra a agência de marketing esportivo Topsports, pelos direitos de transmissão da Liga dos Campeões da Europa; prepara-se para o lançamento de uma programação esportiva, que inclui vôlei e futebol de campo e de salão; planeja, para 2005, uma comédia de situações com Gimenez; e se permite ser criticada por seus próprios funcionários, como Clodovil, recentemente. Ele disse no ar que não recebe cesta básica. Trata-se de um canal de TV no mínimo diferente. Porém, também necessita de uma programação séria para atrair grandes anunciantes. Sem eles, não há como sobreviver nem manter os seus mais de mil funcionários. E chega de tanto amadorismo, porque televisão é um brinquedo caro.

      Você também pode gostar

      Sem ritmo de festa

      Arquivo Geral

      16/08/2004 0h00

      Para a maioria dos brasileiros a próxima quinta-feira será um dia relativamente normal. Mas para um importante empresário-animador do País, a data deve ser de muita reflexão. Estamos falando de Sílvio Santos, que no dia 19 vê sua emissora, o SBT, chegar aos 23 anos de vida. A história de sua rede começou em 19 de agosto de 1981, quando, ao vivo de Brasília, ele anunciou: “Neste momento está no ar a TVS Canal 4 de São Paulo”. Recebeu investimento de US$ 40 milhões para colocar a tal rede no ar nas quatro praças onde tinha concessão. Em termos de programação, sua grade de hoje não é muito diferente da do passado: desenhos pela manhã, programas populares e novelas mexicanas à tarde e uma linha de shows e filmes à noite. O SBT continua apostando basicamente nas classes C e D, e tem no dono sua principal estrela, mas também se torna refém das vontades dele – afinal, Sílvio dá sempre a primeira e a última palavras. Já viveu bons momentos no aspecto comercial (difícil esquecer aquelas festas e viagens que Walter Zagari promovia com o pessoal das agências de publicidade), mas, nos dias atuais, a situação é outra. É muito preocupante. Mas o SBT, por mais incrível que pareça, ainda ocupa o segundo lugar no ranking de audiência após sofrer uma forte turbulência, que culminou no corte de centenas de funcionários, extinção de programas e o quase fim do Departamento de Jornalismo. A emissora, não é novidade pra ninguém, sobrevive graças e unicamente aos lampejos de Sílvio Santos. Mesmo fragilizada, não é ameaçada por suas concorrentes – talvez até por falta de habilidade de todas elas. Com a proximidade de mais um aniversário, e por tudo o que vem acontecendo por lá, fica difícil saber o que se passa nesse momento na cabeça de Sílvio Santos. É um mistério. Mas de uma coisa você pode ter certeza: não há motivo algum para festa.

        Você também pode gostar

        Sem ritmo de festa

        Arquivo Geral

        16/08/2004 0h00

        Para a maioria dos brasileiros a próxima quinta-feira será um dia relativamente normal. Mas para um importante empresário-animador do País, a data deve ser de muita reflexão. Estamos falando de Sílvio Santos, que no dia 19 vê sua emissora, o SBT, chegar aos 23 anos de vida. A história de sua rede começou em 19 de agosto de 1981, quando, ao vivo de Brasília, ele anunciou: “Neste momento está no ar a TVS Canal 4 de São Paulo”. Recebeu investimento de US$ 40 milhões para colocar a tal rede no ar nas quatro praças onde tinha concessão. Em termos de programação, sua grade de hoje não é muito diferente da do passado: desenhos pela manhã, programas populares e novelas mexicanas à tarde e uma linha de shows e filmes à noite. O SBT continua apostando basicamente nas classes C e D, e tem no dono sua principal estrela, mas também se torna refém das vontades dele – afinal, Sílvio dá sempre a primeira e a última palavras. Já viveu bons momentos no aspecto comercial (difícil esquecer aquelas festas e viagens que Walter Zagari promovia com o pessoal das agências de publicidade), mas, nos dias atuais, a situação é outra. É muito preocupante. Mas o SBT, por mais incrível que pareça, ainda ocupa o segundo lugar no ranking de audiência após sofrer uma forte turbulência, que culminou no corte de centenas de funcionários, extinção de programas e o quase fim do Departamento de Jornalismo. A emissora, não é novidade pra ninguém, sobrevive graças e unicamente aos lampejos de Sílvio Santos. Mesmo fragilizada, não é ameaçada por suas concorrentes – talvez até por falta de habilidade de todas elas. Com a proximidade de mais um aniversário, e por tudo o que vem acontecendo por lá, fica difícil saber o que se passa nesse momento na cabeça de Sílvio Santos. É um mistério. Mas de uma coisa você pode ter certeza: não há motivo algum para festa.

          Você também pode gostar

          Assine nossa newsletter e
          mantenha-se bem informado